Grupo industrial gaúcho manteve posição contra inabilitação, mas diz aceitar resultado desfavorável ‘em homenagem à pacificação’.
A Olfar não se deu por rogada. No começo dessa semana, o grupo de origem gaúcho encaminhou uma manifestação endereçada à ANP na qual reafirma sua posição de que a inabilitação de sua usina de Porto Real (RJ) foi ilegal e que só não vai questionar a decisão judicialmente em “homenagem à pacificação”. O documento foi tornado público ontem (06) pela agência reguladora.
A Olfar não se deu por rogada. No começo dessa semana, o grupo de origem gaúcho encaminhou uma manifestação endereçada à ANP na qual reafirma sua posição de que a inabilitação de sua usina de Porto Real (RJ) foi ilegal e que só não vai questionar a decisão judicialmente em “homenagem à pacificação”. O documento foi tornado público ontem (06) pela agência reguladora.
A rusga entre Olfar e ANP começou há algumas semanas quando a equipe responsável pela organização do 58º Leilão de Biodiesel decidiu negar a participação da usina de Porto Real no certame. Segundo a aviso divulgado pela agência reguladora, a punição ocorreu porque a planta descumpriu a regra que obrigava a entrega de 90% do biodiesel vendido no Leilão 55.
Evidentemente, a Olfar não ficou satisfeita e entrou com um recurso questionando a decisão. Segundo os advogados da companhia, antes que qualquer punição fosse aplicada, seria preciso esperar a decisão final de num processo administrativo que estava analisando a questão das entregas da planta fluminense.
Nessa última sexta-feira (01), no entanto, a ANP publicou um relatório negando o recurso. No documento, a agência argumentava que a própria companhia havia reconhecido que sua unidade produtiva enfrentava dificuldades operacionais que a impediriam de alcançar o volume mínimo.
A argumentação da ANP não convenceu a companhia que, em sua nova manifestação, mantém que está “convicta de que seus direitos não estão sendo respeitados”. No entanto, a empresa informa que “em homenagem à pacificação jurídica e do próprio sistema [de produção de biodiesel]” respeitará a decisão e não “adotará medidas na via administrativa e/ou judicial”.
A Olfar tem outra usina – em Erechim (RS) – participando do L58 com 33 milhões de litros à venda.
A íntegra a manifestação encaminhada pela Olfar pode ser consultada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A Olfar não se deu por rogada. No começo dessa semana, o grupo de origem gaúcho encaminhou uma manifestação endereçada à ANP na qual reafirma sua posição de que a inabilitação de sua usina de Porto Real (RJ) foi ilegal e que só não vai questionar a decisão judicialmente em “homenagem à pacificação”. O documento foi tornado público ontem (06) pela agência reguladora.
A rusga entre Olfar e ANP começou há algumas semanas quando a equipe responsável pela organização do 58º Leilão de Biodiesel decidiu negar a participação da usina de Porto Real no certame. Segundo a aviso divulgado pela agência reguladora, a punição ocorreu porque a planta descumpriu a regra que obrigava a entrega de 90% do biodiesel vendido no Leilão 55.
Evidentemente, a Olfar não ficou satisfeita e entrou com um recurso questionando a decisão. Segundo os advogados da companhia, antes que qualquer punição fosse aplicada, seria preciso esperar a decisão final de num processo administrativo que estava analisando a questão das entregas da planta fluminense.
Nessa última sexta-feira (01), no entanto, a ANP publicou um relatório negando o recurso. No documento, a agência argumentava que a própria companhia havia reconhecido que sua unidade produtiva enfrentava dificuldades operacionais que a impediriam de alcançar o volume mínimo.
A argumentação da ANP não convenceu a companhia que, em sua nova manifestação, mantém que está “convicta de que seus direitos não estão sendo respeitados”. No entanto, a empresa informa que “em homenagem à pacificação jurídica e do próprio sistema [de produção de biodiesel]” respeitará a decisão e não “adotará medidas na via administrativa e/ou judicial”.
A Olfar tem outra usina – em Erechim (RS) – participando do L58 com 33 milhões de litros à venda.
A íntegra a manifestação encaminhada pela Olfar pode ser consultada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com