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Indústria defende adoção do B16 para ‘blindar’ país de oscilações do petróleo


BiodieselBR.com - 04 mar 2026 - 16:28

Com a disparada no preço do barril de petróleo deflagrada pela guerra entre Estados Unidos e Irã, a indústria nacional de biodiesel vem reforçando sua argumentação em defesa da aceleração na adoção do B16. Segundo uma nota divulgada hoje (04) pela Frente Parlamentar Mista do Biodiesel (FPBio), o aumento da mistura seria uma forma de “ampliar a blindagem do Brasil frente à instabilidade internacional”.

De acordo com a Lei do Combustível do Futuro (Lei 14.993/2024), o país já deveria ter avançado para o B16 no último domingo (01). O texto, contudo, condiciona o aumento da mistura acima do patamar de 15% à comprovação de sua “viabilidade técnica”.

Mas foi só no final de outubro que o Ministério de Minas e Energia (MME) oficializou a criação do Subcomitê de Avaliação da Viabilidade Técnica de Misturas de Altos Teores de Biocombustíveis, órgão responsável por conduzir os testes que irão comprovar a segurança de misturas de biodiesel no diesel e de etanol na gasolina em patamares maiores do que os atuais.

A expectativa do Planalto é que os testes que irão autorizar a adição de até 20% de biodiesel ao diesel mineral (B20) – patamar que, segundo a lei, deverá ser adotado em março de 2030 – só fiquem prontos em meados deste ano. Depois disso, a progressão ainda dependeria de uma reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para ser oficializada.

Guerra no Irã

Os fabricantes não querem esperar tanto e veem na atual turbulência geopolítica uma oportunidade para fazer sua mensagem vingar.


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