Operações nas usinas de Candeias (BA) e Montes Claros foram normalizadas no começo do mês, mas negociações entre sindicados e direção continuam
O movimento grevista que deixou as usinas da Petrobras Biocombustível (PBio) sem fabricar biodiesel durante 16 dias – entre 20 de maio e 04 de junho – ainda não teve um desfecho definitivo. Embora a paralização dos trabalhadores tenha sido suspensa permitindo a retomada das atividades normais nas usinas de Candeias (BA) e Montes Claros (MG), os sindicados de petroleiros de Minas Gerais e da Bahia e a direção da empresa continuam em negociações. O processo está sendo mediado pela ministra, Delaíde Alves Miranda Arantes, do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Os sindicatos exigem que o Petrobras transfira para outras unidades os trabalhadores concursados que hoje atuam na PBio. A subsidiária que concentra os negócios na área de biocombustíveis está sendo vendida pela petroleira.
O movimento grevista que deixou as usinas da Petrobras Biocombustível (PBio) sem fabricar biodiesel durante 16 dias – entre 20 de maio e 04 de junho – ainda não teve um desfecho definitivo. Embora a paralização dos trabalhadores tenha sido suspensa permitindo a retomada das atividades normais nas usinas de Candeias (BA) e Montes Claros (MG), os sindicados de petroleiros de Minas Gerais e da Bahia e a direção da empresa continuam em negociações. O processo está sendo mediado pela ministra, Delaíde Alves Miranda Arantes, do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Os sindicatos exigem que o Petrobras transfira para outras unidades os trabalhadores concursados que hoje atuam na PBio. A subsidiária que concentra os negócios na área de biocombustíveis está sendo vendida pela petroleira.
Leilão 80
Os sindicatos acusam a direção a PBio de praticar locaute pela decisão de ficar fora do Leilão 80. A etapa de ofertas do processo que negociou o biodiesel que será consumido durante o quarto bimestre deste ano aconteceu no dia 07 de junho, depois, portanto, da normalização das atividades.
Segundo o diretor do Sindicado dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro-BA), Valter Paixão, a decisão da empresa de não ofertar biodiesel surpreendeu os funcionários. “Isso se caracteriza como como gestão temerária! Num momento de venda de um ativo, a direção [da empresa] resolve simplesmente deixar as usinas sem produzir por causa de uma greve que já estava suspensa”, diz.
A próxima reunião de mediação do TST entre representantes dos petroleiros e da PBio está marcada para a próxima segunda-feira (28).
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com