Um grupo poderoso composto por montadoras e empresas do setor de energia – que inclui pesos-pesados como Volkswagen, Toyota, BMW, Daimler, Honda e Shell entre outras – saiu em defesa dos biocombustíveis. No final do mês passado, foi publicado um extenso estudo elaborado pela consultoria alemã Roland Berger no qual defende que, ao lado de motores mais eficientes, os biocombustíveis são uma das estratégias mais eficazes e baratas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa (GEEs) europeias.
Um grupo poderoso composto por montadoras e empresas do setor de energia – que inclui pesos-pesados como Volkswagen, Toyota, BMW, Daimler, Honda e Shell entre outras – saiu em defesa dos biocombustíveis. No final do mês passado, foi publicado um extenso estudo elaborado pela consultoria alemã Roland Berger no qual defende que, ao lado de motores mais eficientes, os biocombustíveis são uma das estratégias mais eficazes e baratas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa (GEEs) europeias.
Isso acontece num momento em que a União Europeia (UE) parece querer se afastar dos biocombustíveis em sua política de combate às mudanças climáticas.
Chamado “Integrated Fuels and Vehicles Roadmap to 2030+” (numa tradução literal: Mapa Integrado dos Combustíveis e Veículos para 2030+) o estudo defende que a forma mais eficaz de alcançar as metas de descarbonização assumidas pelo bloco europeu para o período entre 2020 e 2030 seria uma combinação a promoção do uso de biocombustíveis e veículos híbridos, mais do que a promoção de veículos totalmente elétricos.
Segundo, o estudo se o quadro regulatório da UE atual for mantido como está as emissões de CO2 do setor de transportes rodoviários devem cair de 1.100 megatoneladas (Mt) para cerca de 862 Mt. Uma aposta firme em veículos híbridos movidos por biocombustíveis poderia reduzir essa conta em outras 34 Mt a um custo entre € 0 e € 100 por tonelada evitada.
Pelas contas dos técnicos da Roland Berger, fazer o mesmo usando veículos elétricos a bateria custaria entre € 215 e € 350 para veículos de pequena autonomia – que fossem usados exclusivamente para cobrir distâncias relativamente pequenas com a viagem entre casa e trabalho. Essa conta poderia chegar a impressionantes € 750 no caso de veículos elétricos de autonomia mais elevada.
“Essas tecnologias [motor híbrido e biocombustíveis] ainda não realizaram todo seu potencial de redução dos GEEs e podem custar menos de € 100 por toneladas [de gás carbônico] evitada”, resume o Thomas Schlick, sócio da Roland Berger. “O impulso que essas tecnologias vêm recebendo precisa ser complementado”, arremata.
A integra do estudo (em inglês) pode ser acessada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Um grupo poderoso composto por montadoras e empresas do setor de energia – que inclui pesos-pesados como Volkswagen, Toyota, BMW, Daimler, Honda e Shell entre outras – saiu em defesa dos biocombustíveis. No final do mês passado, foi publicado um extenso estudo elaborado pela consultoria alemã Roland Berger no qual defende que, ao lado de motores mais eficientes, os biocombustíveis são uma das estratégias mais eficazes e baratas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa (GEEs) europeias.
Isso acontece num momento em que a União Europeia (UE) parece querer se afastar dos biocombustíveis em sua política de combate às mudanças climáticas.
Chamado “Integrated Fuels and Vehicles Roadmap to 2030+” (numa tradução literal: Mapa Integrado dos Combustíveis e Veículos para 2030+) o estudo defende que a forma mais eficaz de alcançar as metas de descarbonização assumidas pelo bloco europeu para o período entre 2020 e 2030 seria uma combinação a promoção do uso de biocombustíveis e veículos híbridos, mais do que a promoção de veículos totalmente elétricos.
Segundo, o estudo se o quadro regulatório da UE atual for mantido como está as emissões de CO2 do setor de transportes rodoviários devem cair de 1.100 megatoneladas (Mt) para cerca de 862 Mt. Uma aposta firme em veículos híbridos movidos por biocombustíveis poderia reduzir essa conta em outras 34 Mt a um custo entre € 0 e € 100 por tonelada evitada.
Pelas contas dos técnicos da Roland Berger, fazer o mesmo usando veículos elétricos a bateria custaria entre € 215 e € 350 para veículos de pequena autonomia – que fossem usados exclusivamente para cobrir distâncias relativamente pequenas com a viagem entre casa e trabalho. Essa conta poderia chegar a impressionantes € 750 no caso de veículos elétricos de autonomia mais elevada.
“Essas tecnologias [motor híbrido e biocombustíveis] ainda não realizaram todo seu potencial de redução dos GEEs e podem custar menos de € 100 por toneladas [de gás carbônico] evitada”, resume o Thomas Schlick, sócio da Roland Berger. “O impulso que essas tecnologias vêm recebendo precisa ser complementado”, arremata.
A integra do estudo (em inglês) pode ser acessada clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com