Pesquisadores da Universidade da Califórnia e da Sapphire Energy tiveram sucesso com o primeiro teste de campo com microalgas geneticamente modificadas.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia em parceria com a startup de biotecnologia Sapphire Energy tiveram sucesso com o primeiro teste de campo com microalgas geneticamente modificadas devidamente autorizado pelo governo dos Estados Unidos. O experimento comprovou que os organismos podem ser cultivados em ambiente não controlado sem perder as características artificialmente introduzidas e sem impactar negativamente populações nativas de microalgas.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia em parceria com a startup de biotecnologia Sapphire Energy tiveram sucesso com o primeiro teste de campo com microalgas geneticamente modificadas devidamente autorizado pelo governo dos Estados Unidos. O experimento comprovou que os organismos podem ser cultivados em ambiente não controlado sem perder as características artificialmente introduzidas e sem impactar negativamente populações nativas de microalgas.
Ao longo de um período de 50 dias, os cientistas cultivaram variedades geneticamente modificadas da espécie Acutodesmus dimorphus lado a lado com variedades naturais recolhidas em lagos da região. Os testes mostraram que a presença do novo organismo não teve impacto profundo nos níveis de crescimento esperados das algas nativas.
O objetivo era determinar o grau de segurança envolvido no cultivo de variedades artificiais de algas em sistemas de lagoa aberta – considerado o mais eficaz do ponto de vista econômico entre as opções que vem sendo estudas para a produção em massa de microalgas.
Nos próximos meses serão realizados testes adicionas de longa duração. Isso permitirá aos pesquisadores avaliarem os impactos das variações nas condições climáticas sobre a produtividade.
Controvérsia
A entidade ambientalista Amigos da Terra criticou os testes. Segundo a entidade, as consequências de introduzir organismos geneticamente modificados na natureza ainda são pouco compreendidas e potencialmente desastrosas. O receio é que esses organismos escapem acidentalmente.
“Quando esse gênio sair da lâmpada não teremos como prendê-lo novamente”, afirmou a ativista sênior da entidade Dana Perls.
Microalgas
Por sua elevada capacidade de produção de biomassa, as microalgas têm grande potencial para se tornarem a fundação para a criação de uma nova indústria química verde independente do petróleo. A expectativa é que a introdução de variedades geneticamente modificadas torne possível maximizar a produção de compostos de interesse comercial.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Pesquisadores da Universidade da Califórnia em parceria com a startup de biotecnologia Sapphire Energy tiveram sucesso com o primeiro teste de campo com microalgas geneticamente modificadas devidamente autorizado pelo governo dos Estados Unidos. O experimento comprovou que os organismos podem ser cultivados em ambiente não controlado sem perder as características artificialmente introduzidas e sem impactar negativamente populações nativas de microalgas.
Ao longo de um período de 50 dias, os cientistas cultivaram variedades geneticamente modificadas da espécie Acutodesmus dimorphus lado a lado com variedades naturais recolhidas em lagos da região. Os testes mostraram que a presença do novo organismo não teve impacto profundo nos níveis de crescimento esperados das algas nativas.
O objetivo era determinar o grau de segurança envolvido no cultivo de variedades artificiais de algas em sistemas de lagoa aberta – considerado o mais eficaz do ponto de vista econômico entre as opções que vem sendo estudas para a produção em massa de microalgas.
Nos próximos meses serão realizados testes adicionas de longa duração. Isso permitirá aos pesquisadores avaliarem os impactos das variações nas condições climáticas sobre a produtividade.
Controvérsia
A entidade ambientalista Amigos da Terra criticou os testes. Segundo a entidade, as consequências de introduzir organismos geneticamente modificados na natureza ainda são pouco compreendidas e potencialmente desastrosas. O receio é que esses organismos escapem acidentalmente.
“Quando esse gênio sair da lâmpada não teremos como prendê-lo novamente”, afirmou a ativista sênior da entidade Dana Perls.
Microalgas
Por sua elevada capacidade de produção de biomassa, as microalgas têm grande potencial para se tornarem a fundação para a criação de uma nova indústria química verde independente do petróleo. A expectativa é que a introdução de variedades geneticamente modificadas torne possível maximizar a produção de compostos de interesse comercial.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com