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Coluna: Do biodiesel à biorrefinaria

A maior fragilidade do biodiesel não está no maior custo de produção comparado ao diesel, nem tampouco na forte dependência da matéria-prima, muito menos nos problemas de congelamento ou nas emissões de NOx.
BiodieselBR.com 3 min de leitura
A maior fragilidade do biodiesel não está no maior custo de produção comparado ao diesel, nem tampouco na forte dependência da matéria-prima, muito menos nos problemas de congelamento ou nas emissões de NOx. Todos esses problemas, olhados na linha do tempo, serão naturalmente tratados e solucionados à medida que o produto ganhar escala de produção e consumo.

O maior problema do biodiesel é ser, através do processo de trans e s ter ific aç ão por catálise homogênea, refém de um único produto. Na maior parte das fábricas, a glicerina que poderia ser uma segunda fonte de recursos é muito mais um problema do que um co-produto.

As usinas de álcool, pela própria escala imposta pelo mercado, comercializam não apenas etanol, mas açúcar e eletricidade – e algumas delas, levedura também. O mesmo ocorre no refino de petróleo e na petroquímica, que possuem vasta carteira de produtos e derivados.

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