Mineradora faz grandes investimentos no plantio de palma para produzir biodiesel em larga escala
Mineradora faz grandes investimentos no plantio de palma para produzir biodiesel em larga escala
Alice Duarte, de Curitiba
A Vale, uma das maiores mineradoras do mundo, anunciou oficialmente no final de junho sua entrada no setor de biodiesel. Por meio de um consórcio com a Biopalma da Amazônia S.A. serão investidos US$ 500 milhões no projeto, que envolve o plantio de dendê e a produção do biocombustível – serão US$ 305 milhões de responsabilidade da Vale e US$ 195 milhões de contrapartida da Biopalma. Será cultivada uma área de 60 mil hectares degradados da floresta Amazônica, na região de Belém, no Pará.
A usina terá capacidade de produção estimada em 160 milhões de litros por ano. Em 2020, quando o projeto atingir sua maturidade, a Vale estima poder extrair 500 mil toneladas de óleo de dendê – 41% do óleo produzido será transformado em biodiesel e os 59% restantes serão da Biopalma, que poderá vendê-lo para quem pagar melhor, geralmente as indústrias dos setores alimentício e de cosméticos.
O objetivo é produzir de forma sustentável nos três pilares: ambiental, social e econômico. O consórcio promete fazer inclusão social no campo, gerando 6 mil empregos diretos e beneficiando 2 mil famílias de agricultores familiares da região.
Verticalização
Com produção 100% verticalizada, a companhia não vai disputar mercado com outras usinas do país, pois sua produção será toda destinada ao consumo próprio. A Vale é dona da segunda maior malha ferroviária do Brasil, com 10 mil quilômetros, e consome em sua frota 544 milhões de litros de diesel por ano.
Alice Duarte, de Curitiba
A Vale, uma das maiores mineradoras do mundo, anunciou oficialmente no final de junho sua entrada no setor de biodiesel. Por meio de um consórcio com a Biopalma da Amazônia S.A. serão investidos US$ 500 milhões no projeto, que envolve o plantio de dendê e a produção do biocombustível – serão US$ 305 milhões de responsabilidade da Vale e US$ 195 milhões de contrapartida da Biopalma. Será cultivada uma área de 60 mil hectares degradados da floresta Amazônica, na região de Belém, no Pará.
A usina terá capacidade de produção estimada em 160 milhões de litros por ano. Em 2020, quando o projeto atingir sua maturidade, a Vale estima poder extrair 500 mil toneladas de óleo de dendê – 41% do óleo produzido será transformado em biodiesel e os 59% restantes serão da Biopalma, que poderá vendê-lo para quem pagar melhor, geralmente as indústrias dos setores alimentício e de cosméticos.
O objetivo é produzir de forma sustentável nos três pilares: ambiental, social e econômico. O consórcio promete fazer inclusão social no campo, gerando 6 mil empregos diretos e beneficiando 2 mil famílias de agricultores familiares da região.
Verticalização
Com produção 100% verticalizada, a companhia não vai disputar mercado com outras usinas do país, pois sua produção será toda destinada ao consumo próprio. A Vale é dona da segunda maior malha ferroviária do Brasil, com 10 mil quilômetros, e consome em sua frota 544 milhões de litros de diesel por ano.
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