BiodieselBR
Publicidade

Metanol fica mais caro em novembro, depois de 3 meses de estabilidade

Na média, os valores de referência do insumo dos dois principais fornecedores para o mercado brasileiro ficaram 6,7% mais caros

BiodieselBR.com 2 min de leitura

O mês de novembro começou com as usinas de biodiesel precisando pagar mais pelo metanol. As duas maiores fornecedoras do produto para o Brasil – Methanex e Valenz – reajustaram seus preços de referência para o mercado norte-americano. Na média, o metanol vai ficar cerca de 6,7% mais caro. Esse movimento encerra um período de três meses de estabilidade nos preços do insumo.

As clientes da Methanex vão precisar pagar US$ 549,00 por cada tonelada de metanol. O valor ficou 6,4% acima daquela que a fabricante canadense vinha cobrando desde o começo de agosto. Já a Valenz (ex-Helm Proman Methanol) reajustou seu preço de tabela em 7%. Isso colocou o valor de seu produto em cerca de US$ 555,31 por tonelada.

O mês de novembro começou com as usinas de biodiesel precisando pagar mais pelo metanol. As duas maiores fornecedoras do produto para o Brasil – Methanex e Valenz – reajustaram seus preços de referência para o mercado norte-americano. Na média, o metanol vai ficar cerca de 6,7% mais caro. Esse movimento encerra um período de três meses de estabilidade nos preços do insumo.

As clientes da Methanex vão precisar pagar US$ 549,00 por cada tonelada de metanol. O valor ficou 6,4% acima daquela que a fabricante canadense vinha cobrando desde o começo de agosto. Já a Valenz (ex-Helm Proman Methanol) reajustou seu preço de tabela em 7%. Isso colocou o valor de seu produto em cerca de US$ 555,31 por tonelada.

Convertido para reais pela cotação mais recente do Banco Central, os preços ficam em R$ 2.689,72 (Methanex) e R$ 2.720,62 (Valenz).

Esse novo reajuste amplia ligeiramente a vantagem da Methanex em reação à sua principal concorrente. Nos três meses anteriores, o produto do grupo industrial de origem canadense esteve cerca de 0,5% mais barato; agora a diferença se ampliou para um pouco mais de 1,1%.

Reversão

Essa foi a primeira alta nos preços – em dólar – do metanol desde março deste ano. De março até agosto, as cotações do produto acumularam queda de 12,6%, retornando a patamares que não eram vistos desde o segundo semestre de 2021.

O reajuste aplicado este mês foi o maior desde abril de 2022.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

Compartilhar:

Artigos relacionados