Usina em Rondônia foi primeira fabricante de biodiesel a conseguir certificar 100% de sua capacidade de produção
A Amazonbio já pode começar a emitir créditos de descarbonização (CBios) para o mercado de descarbonização do RenovaBio. A usina localizada em Ji-Paraná (RO) teve sua certificação aprovada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no começo desta semana. Ela será a primeira empresa do setor de biodiesel a conquistar o direito a emitir créditos com base em toda a sua capacidade produtiva.
Antes, somente a Olfar de Porto Real (RJ) havia tentado certificar 100% de sua produção. E ela quase conseguiu. Ela pode declarar 99,7% de sua produção de biodiesel para emissão de CBios.
O biodiesel da Amazonbio também é dos mais limpos. Sua Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA) é de 80,4 gCO2eq/MJ. Isso faz com que ela tenha o 9º melhor desempenho ambiental entre todas as usinas que já tiveram sua produção certificada. A distância o topo do ranking é bem pequeno. Das 21 usinas que já tiveram suas NEEAs aprovadas pela ANP, a melhor nota é da BSBios de Passo Fundo com 81,3 gCO2eq/MJ.
A Amazonbio já pode começar a emitir créditos de descarbonização (CBios) para o mercado de descarbonização do RenovaBio. A usina localizada em Ji-Paraná (RO) teve sua certificação aprovada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no começo desta semana. Ela será a primeira empresa do setor de biodiesel a conquistar o direito a emitir créditos com base em toda a sua capacidade produtiva.
Antes, somente a Olfar de Porto Real (RJ) havia tentado certificar 100% de sua produção. E ela quase conseguiu. Ela pode declarar 99,7% de sua produção de biodiesel para emissão de CBios.
O biodiesel da Amazonbio também é dos mais limpos. Sua Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA) é de 80,4 gCO2eq/MJ. Isso faz com que ela tenha o 9º melhor desempenho ambiental entre todas as usinas que já tiveram sua produção certificada. A distância o topo do ranking é bem pequeno. Das 21 usinas que já tiveram suas NEEAs aprovadas pela ANP, a melhor nota é da BSBios de Passo Fundo com 81,3 gCO2eq/MJ.
Capacidade limitada
Apesar dos bons números em seu certificado, a Amazonbio não será uma das maiores emissoras de CBios do setor de biodiesel. A empresa poderá gerar um pouco menos que 84,5 mil títulos por ano. Ela supera apenas as unidades das Granol de Porto Nacional e de Cachoeira do Sul que só conseguiram certificar, respectivamente, 17,1% e 8,8% de suas capacidades produtivas.
Na semana passada, o mercado financeiro movimentou cerca de 48,8 títulos por um pouco mais que R$ 1 milhão – preço médio de R$ 20,80. Por esse valor, a Amazonbio poderia faturar até R$ 1,8 milhão no mercado de carbono.
Com a adesão das Amazonbio, o setor de biodiesel passar a poder emitir até 5,26 milhões de CBios por ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com