Primeiro leilão do B8 compra menos que leilão com B6 na etapa 3

A estreia do B8 está mesmo sendo turbulenta. Não bastavam os problemas com os servidores que obrigaram a Petrobras a adiar o final da Etapa 2, as aquisições das distribuidoras ficaram muito abaixo de qualquer previsão. Foram comprados menos de 534,5 milhões de litros.

Esse volume é menor do que o que foi comprado na Etapa 3 do Leilão 47, que também negociou o biodiesel para o segundo bimestre, só que do ano passado. O L47 arrematou, em sua Etapa 3, pouco menos de 540,6 milhões de litros. Não é uma diferença grande. Acontece que, naquele leilão as compras de comprava eram para atender o B7.

Mesmo com o incremento na mistura para 8%, o leilão atual teve a terceira menor aquisição numa Etapa 3 desde a chegada do B6, em junho de 2014. Desde a introdução do B6 foram realizados 17 leilões. 

Com isso, foram negociados apenas 61,1% dos 875 milhões de litros de biodiesel oferecidos ao mercado na Etapa 2. Das 33 usinas que colocaram volumes à venda, 29 tiveram volumes arrematados sendo que, destas, 8 esgotaram suas ofertas.

Até o momento, o certame já movimentou R$ 1,25 bilhão com o metro cúbico do biodiesel sendo negociado a R$ 2.339,70.

As compras de hoje permitem que as distribuidoras arrematem outros 133,6 milhões de litros na etapa de amanhã (10) o que coloca o teto do L53 em 668,1 milhões de litros.


Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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