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PBio, Olfar e Biopower renovam certificações para o RenovaBio

No total, as três usinas que receberam novos certificados vão acrescentar perto de 176,7 mil CBios em capacidade de oferta

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Nessas últimas semanas, as usinas da PBio em Candeias (BA), da Olfar em Erechim (RS) e da Biopower em Mafra (SC) renovaram suas certificações para a emissão de novos Créditos de Descarbonização (CBios). Somadas, as 3 unidades acrescentaram mais 176,5 mil unidades à quantidade de papeis que o setor de biodiesel pode colocar no mercado do RenovaBio.

O maior acréscimo veio na nova certificação da usina de Mafra da Biopower (ex-JBS Biodiesel). Embora a certificação da usina catarinense fosse válida até maio de 2026, a empresa antecipou a renovação. Com isso, a unidade elevou seu potencial de oferta de 315,5 para 442,3 mil CBios por ano.

Só esse acréscimo pode gerar mais R$ 12,7 milhões em receitas para o Grupo JBS caso o CBio se mantenha nas imediações do valor do mercado da última semana quando atingiu a média de R$ 100,47.

A planta aumentou sua Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA) de 76,38 para 80,61 gramas de gás carbônico por cada megajoule (gCO2eq/MJ) gerada na forma de biodiesel. Além disso, sua fração elegível – o percentual do biodiesel fabricado que, comprovadamente, atende às exigências legais – aumentou de 33,7% para 44,8%.

Nessas últimas semanas, as usinas da PBio em Candeias (BA), da Olfar em Erechim (RS) e da Biopower em Mafra (SC) renovaram suas certificações para a emissão de novos Créditos de Descarbonização (CBios). Somadas, as 3 unidades acrescentaram mais 176,5 mil unidades à quantidade de papeis que o setor de biodiesel pode colocar no mercado do RenovaBio.

O maior acréscimo veio na nova certificação da usina de Mafra da Biopower (ex-JBS Biodiesel). Embora a certificação da usina catarinense fosse válida até maio de 2026, a empresa antecipou a renovação. Com isso, a unidade elevou seu potencial de oferta de 315,5 para 442,3 mil CBios por ano.

Só esse acréscimo pode gerar mais R$ 12,7 milhões em receitas para o Grupo JBS caso o CBio se mantenha nas imediações do valor do mercado da última semana quando atingiu a média de R$ 100,47.

A planta aumentou sua Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA) de 76,38 para 80,61 gramas de gás carbônico por cada megajoule (gCO2eq/MJ) gerada na forma de biodiesel. Além disso, sua fração elegível – o percentual do biodiesel fabricado que, comprovadamente, atende às exigências legais – aumentou de 33,7% para 44,8%.

A Olfar de Erechim também deve faturar mais com a venda de CBios este ano. A usina poderá emitir perto de 81,3 mil créditos a mais do que poderia com sua certificação anterior. Isso pode agregar mais R$ 8,16 milhões a seu faturamento.

Contramão

Já a PBio de Candeias foi na contramão e reduziu em quase 31,4 mil unidades sua capacidade de emissão de CBios que passou a ser de, no máximo. 130,2 mil títulos. É uma perda de R$ 3,1 milhões em potencial de faturamento caso os preços da B3 se sustentem.

O principal motivo desse corte foi a queda da fração elegível da usina baiana que era de 20,7% na certificação que havia sido aprovada em abril do ano passado e, agora, passa a ser de 16,7%.

Total

As 39 usinas de biodiesel habilitadas para a emissão de CBios têm capacidade para gerar um pouco menos que 11 milhões de CBios. Esse, no entanto, é o teto para o mercado. Calculando com base nas vendas efetivas das usinas certificadas em 2023, a capacidade de oferta de CBios do setor cai para menos de 6,4 milhões de títulos.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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