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Não conformidade do diesel fica em 2,5% em setembro

Problemas relacionados ao ponto de fulgor superaram o teor de biodiesel como principal motivo para reprovações das amostras de diesel coletadas pelo PMQC

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Depois de ter apresentado um desempenho realmente muito bom no mês de agosto, a qualidade do óleo diesel deu um novo passo atrás. Em setembro, o índice de não conformidade medido pela rede de laboratórios que formam o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) ficou em 2,55%.

A piora – de 0,6 ponto percentual – não chega a assustar. O valor ainda está abaixo da média do ano que está em 2,83%.

A qualidade do diesel consumido no país vem melhorando de forma consistente desde agosto de 2019. Esse movimento coincide com a publicação da Resolução ANP 798/2019 que enrijeceu as especificações para o biodiesel brasileiro aumentou para 12h o limite mínimo de estabilidade oxidativa do biodiesel brasileiro e tornou obrigatória a aditivação do produto pelos fabricantes.

Depois de ter apresentado um desempenho realmente muito bom no mês de agosto, a qualidade do óleo diesel deu um novo passo atrás. Em setembro, o índice de não conformidade medido pela rede de laboratórios que formam o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) ficou em 2,55%.

A piora – de 0,6 ponto percentual – não chega a assustar. O valor ainda está abaixo da média do ano que está em 2,83%.

A qualidade do diesel consumido no país vem melhorando de forma consistente desde agosto de 2019. Esse movimento coincide com a publicação da Resolução ANP 798/2019 que enrijeceu as especificações para o biodiesel brasileiro aumentou para 12h o limite mínimo de estabilidade oxidativa do biodiesel brasileiro e tornou obrigatória a aditivação do produto pelos fabricantes.

Além disso, nos últimos meses as principais associações do setor – Abiove, Aprobio e Ubrabio – lançaram padrões voluntários de qualidade nos quais reduziram os teores de metais e de fósforo presentes no biodiesel.

Aumentos tranquilos

As mudanças parecem ter surtido o efeito desejado. Não foram registrados picos de não conformidade mesmo depois de dois aumentos da adição obrigatória – B11 em setembro de 2019 e B12 em março de 2020 – similares aos que foram registrados depois da introdução do B10 no mercado brasileiro em março de 2018.

Historicamente, os aumentos da mistura eram seguidos por pioras importantes nos indicadores da qualidade do diesel.

Fulgor

Houve uma mudança importante no perfil dos problemas de qualidade. O parâmetro ‘ponto de fulgor’ desbancou o ‘teor de biodiesel’ e assumiu a liderança como o vício mais comum das amostras coletadas pelo PMQC.

O parâmetro representou 43,3% dos problemas identificados no diesel brasileiro.

Distribuição

Em setembro, o PMQC produziu informações de qualidade sobre 16 unidades da federação. Houve aumento de um estado. O estado de Pernambuco deixou de ser monitorado enquanto Alagoas e Sergipe foram incluídos na lista.

Em setembro, quatro unidades da federação – Amapá, Maranhão, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – tiveram nota perfeita. Em agosto foram apenas dois.

O pior resultado foi – de longe – o de Alagoas onde 14,7% as amostras foram reprovadas.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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