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Preços dos óleos vegetais caem 8,7% em maio, segundo FAO

Levantamento da FAO mostra contração de 8,7% nos preços dos principais óleos vegetais comercializados no mundo

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Os preços globais dos óleos vegetais derreteram 8,7% no mês de maio aprofundando uma tendência de baixa que já vem persistindo por mais de um ano. É o que mostra o mais recente levantamento dos preços das commodities alimentares que foi divulgado hoje (01) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Segundo o indicador, os preços dos 10 óleos mais negociados no mercado global fecharam o mês de maio cotados a 118,7 pontos – contração de 11,3 pontos em relação ao mês anterior. Já são 14 meses seguidos de queda ininterrupta. Os preços já perderam quase 53% do valor que atingiram depois do pico de 251,8 pontos registrado em março de 2022 quando as cotações internacionais dispararam na esteira da Guerra Russo-Ucraniana.

A variação negativa de 8,7% de maio é a maior para um mês desde julho do ano passado quando as cotações caíram 20,3% em função de um acordo permitiu a reabertura de rotas de comercialização no Mar Negro que trouxe o escoamento da produção de girassol – a quarta fonte de óleos mais importante do mundo depois da palma, soja e colza – da Ucrania.

Os preços globais dos óleos vegetais derreteram 8,7% no mês de maio aprofundando uma tendência de baixa que já vem persistindo por mais de um ano. É o que mostra o mais recente levantamento dos preços das commodities alimentares que foi divulgado hoje (01) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Segundo o indicador, os preços dos 10 óleos mais negociados no mercado global fecharam o mês de maio cotados a 118,7 pontos – contração de 11,3 pontos em relação ao mês anterior. Já são 14 meses seguidos de queda ininterrupta. Os preços já perderam quase 53% do valor que atingiram depois do pico de 251,8 pontos registrado em março de 2022 quando as cotações internacionais dispararam na esteira da Guerra Russo-Ucraniana.

A variação negativa de 8,7% de maio é a maior para um mês desde julho do ano passado quando as cotações caíram 20,3% em função de um acordo permitiu a reabertura de rotas de comercialização no Mar Negro que trouxe o escoamento da produção de girassol – a quarta fonte de óleos mais importante do mundo depois da palma, soja e colza – da Ucrania.

Segundo o relatório da FAO, a queda nos preços não reflete um único produto, mas é o resultado de perdas nos principais mercados. O óleo de palma recuou em função de um balanço desfavorável de oferta e demanda. Já a soja segue pressionada pela safra recorde do Brasil que chega ao mercado num momento em que os estoques dos EUA estão abastecidos. Colza e girassol também enfrentam um contexto de baixa em razão da oferta em alta.

Índice FAO

Embora o segmento de óleos vegetais tenha tido o maior peso na queda de 2,6% do Indice FAO registrada em maio, os mercados de lácteos e de cereais também tiveram baixas substanciais de, respectivamente, -3,1% e -4,8%.

Essas quedas foram mais que suficientes para compensar as altas de 0,9% no mercado de carnes e de 5,5% no de açúcar

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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