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Ubrabio: Biodiesel: a força da matéria-prima

O mundo acaba de acompanhar a reunião do chamado G20, o grupo dos países mais industrializados do planeta. No centro das preocupações, o aquecimento global e as formas de evitá-lo.
BiodieselBR.com 3 min de leitura


O mundo acaba de acompanhar a reunião do chamado G20, o grupo dos países mais industrializados do planeta. No centro das preocupações, o aquecimento global e as formas de evitá-lo. Tema que indiretamente (e ainda de forma quase velada) leva à tardia constatação de que são cada vez mais intoleráveis os danos causados ao meio ambiente pela contínua e excessiva queima de combustíveis de origem fóssil.

Nesse contexto, mais uma vez o Programa Brasileiro de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB) ganha força. Aumentar na matriz energética mundial a participação de um combustível mais limpo, menos danoso ao ambiente, que respeita mais a saúde das pessoas e renovável é um avanço de dimensão sem precedentes.

Fica cada vez mais patente também que o leque de opções para a produção do biodiesel é tão amplo que é praticamente impossível não se vislumbrar no Brasil uma diversificação considerável das matérias-primas utilizadas nessa produção.

As dimensões do país, o clima favorável ao plantio e a abundância de recursos hídricos podem nos proporcionar o aproveitamento de grande parte dos cerca de 40 tipos de oleaginosas capazes de gerar o biodiesel.


Alternativas

Hoje a soja responde por 78% da produção brasileira de biodiesel. Mesmo com o baixo teor de óleo, 18%, ela já tem a logística e o ciclo tecnológico desenvolvidos de forma a atender, como têm atendido, a demanda do mercado.

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