Recentemente, no meu blog, tenho
escrito sobre várias oleaginosas.
Dediquei um texto
inteiro ao caso da soja, em que
afirmei que não se trata da melhor
alternativa, mas que muitos aspectos
positivos merecem destaque.
Recentemente, no meu blog, tenho escrito sobre várias oleaginosas. Dediquei um texto inteiro ao caso da soja, em que afirmei que não se trata da melhor alternativa, mas que muitos aspectos positivos merecem destaque. Após minha participação em Aracaju (SE) no 1º Encontro Nacional da Moringa (Enam), destaquei algumas vantagens dessa opção. E em outro texto, mencionei que em palestras e seminários recebo com muita freqüência perguntas do tipo: “Professor, se o senhor tivesse dinheiro para investir na produção de matérias-primas para biodiesel, qual seria a sua opção?” A cada dia que passa, minha opção preferencial aponta para o dendê. Essa opção é vitoriosa, palmas para a palma.
Desde 2003, quando estive na Agropalma pela primeira vez, fiquei impressionado com o dendê. Não apenas pela beleza de suas árvores ou pelos seus números de produtividade de óleo por hectare, mas por ter visto de perto o impacto que essa cultura possui sobre a renda das famílias envolvidas. Destaquei em meu site uma das reportagens sobre o tema (“A Revolução Social do Dendê”*), que tratava do aumento de renda de pequenos produtores em convênio com a Agropalma. De lá para cá, muita coisa tornou o cenário para o dendê ainda melhor.
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