Quantidade de biodiesel entregue pelos fabricantes equivale a 101,6% ao volume contratado para o período
Nos últimos dois bimestres – 4º e 5º bimestres – as entregas de biodiesel se saíram melhor do que o esperado. Os números que foram divulgados ontem (07) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que as usinas reportaram que nesse período as entregas foram de 2,19 milhões de m³, ficando acima dos volumes que haviam sido contratados para o período.
Segundo as versões mais recentes das planilhas de acompanhamento das metas de contração da ANP, as distribuidoras haviam contratado a entrega de 2,15 milhões de m³ de biodiesel no período. Isso significa que os números efetivos ficaram cerca 34,5 mil m³ – 1,6% – acima do esperado.
Nos últimos dois bimestres – 4º e 5º bimestres – as entregas de biodiesel se saíram melhor do que o esperado. Os números que foram divulgados ontem (07) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que as usinas reportaram que nesse período as entregas foram de 2,19 milhões de m³, ficando acima dos volumes que haviam sido contratados para o período.
Segundo as versões mais recentes das planilhas de acompanhamento das metas de contração da ANP, as distribuidoras haviam contratado a entrega de 2,15 milhões de m³ de biodiesel no período. Isso significa que os números efetivos ficaram cerca 34,5 mil m³ – 1,6% – acima do esperado.
Os números positivos se devem principalmente ao 4º bimestre (4B). Nele as entregas de biodiesel superaram o volume contratado em 3,1%. Foram 32,6 mil m³ além do esperado. Já no 5º bimestre (5B) o balanço ficou bem no limite, com a performance das entregas batendo 100,2%.
Com isso, já são três bimestres seguidos nos quais as entregas superam as contratações. No 3º bimestre, as usinas entregaram 11,6 mil m³ além do contratado.
Nada parecido havia acontecido no período de vigência dos leilões públicos de biodiesel. Nos 54 leilões bimestrais que foram realizados pela ANP, só no L53 a performance das entregas – praticamente – bateu os 100%.
Volume
Quebrando os números do volume entregue por bimestre, tivemos: 1,10 milhão de m³ no 4B e 1,09 milhão de m³ no 5B.
No 4B, o volume entregue ficou virtualmente igual ao registrado no ano anterior. Já no 5B houve uma queda de 12,8% nas entregas. Isso se deve às seguidas mexidas na mistura obrigatória promovida pelo governo Bolsonaro nos últimos meses.
Nos meses de julho e agosto o mercado de biodiesel ficou no B10. Já entre setembro e outubro de 2021, houve um rápido retorno ao B12 antes de um novo recuo para o B10 que permanece até hoje e ameaça entrar por 2023.
A maior parte desse biodiesel veio do Rio Grande do Sul que, nos dois bimestres, foi responsável por entregas 551 mil m³.
Já o segundo lugar do ranking nacional coube às usinas de Goiás que se isolaram na vice-liderança com 429,7 mil m³. No começo do ano, o estado aparecia atrás do Mato
Grosso e do Paraná.
Ataque hacker
Os dados sobre as entregas de biodiesel estavam sem atualização desde o ataque cibernético sofrido pela ANP no começo de agosto.
Embora a agência negue que o ataque tenha sido bem-sucedido, os sistemas da agência ficaram fora do ar por vários meses. Só agora a situação está sendo normalizada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com