Distribuidoras executaram 95,7% dos contratos fechados para o 1B
O ano não começou exatamente embalado para a indústria de biodiesel. De acordo com a ANP, dos 1,57 milhão de m³ que haviam sido contratados para garantir a mistura no 1º bimestre (1B) de 2026, apenas um pouco mais de 1,50 milhão de m³ saíram, de fato, das instalações dos fabricantes com destino aos compradores.
Feitas as contas, os fabricantes encerraram o bimestre com 67,3 mil m³ em contratos não convertidos em vendas nas gavetas. Esse volume supera as vendas da Cofco no bimestre – com 56,2 mil m³ comercializados, a empresa foi a décima maior vendedora de biodiesel do período.
Isso coloca o nível de execução de contratos em 95,7%, consideravelmente abaixo dos 99,4% que o setor vem atingindo – em média – desde que a comercialização de biodiesel deixou de ser feita por meio de leilões, passando para o atual modelo de contratação livre na virada de 2021 para 2022.
Já são três bimestres em sequência de entregas abaixo da média.