Na média, o segundo insumo mais importante para a produção de biodiesel ficou 14% mais caro esse ano
O metanol segue ficando mais caro. Tanto Methanex quanto Valenz – as duas maiores fornecedoras do insumo para o mercado brasileiro – anunciaram reajustes nos preços de referência de seus produtos que vão valer este mês. Na média entre as duas, a alta será de praticamente 2,1%. Somados todos os reajustes que foram aplicadas desde a virada do ano, o metanol acumula 14,2% de valorização.
Este mês, a Methanex liderou o comboio. O grupo canadense aplicou um reajuste de 2,6% no preço de referência do metanol que produz. Com isso, passou a cobrar US$ 662,00 (R$ 3.499,27 pela cotação de hoje) por tonelada.
O metanol segue ficando mais caro. Tanto Methanex quanto Valenz – as duas maiores fornecedoras do insumo para o mercado brasileiro – anunciaram reajustes nos preços de referência de seus produtos que vão valer este mês. Na média entre as duas, a alta será de praticamente 2,1%. Somados todos os reajustes que foram aplicadas desde a virada do ano, o metanol acumula 14,2% de valorização.
Este mês, a Methanex liderou o comboio. O grupo canadense aplicou um reajuste de 2,6% no preço de referência do metanol que produz. Com isso, passou a cobrar US$ 662,00 (R$ 3.499,27 pela cotação de hoje) por tonelada.
Já a Valenz foi um pouco mais modesta com apenas 1,5% de reajuste o que colocou o valor de seu metanol em US$ 655,06 (R$ 3.462,58) por tonelada.
Essa diferença no ritmo de alta fez com que o produto vendido pela Methanex ficasse mais caro do que o da concorrente pela primeira vez desde julho passado. Foram 10 meses seguidos de vantagem para o grupo canadense algo incomum nesse mercado.
Desde que ambas as fabricantes passaram a publicar seus preços de referência no começo de 2005, a Valenz teve o preço mais baixo em 159 ocasiões – mais de duas vezes a frequência da Methanex.
O metanol está em alta desde outubro passado. Ao longo desse período, a alta média já chega a 27,3%
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com