Metas foram calculadas considerando a adição de 10% de biodiesel ao óleo diesel.
As distribuidoras de combustíveis vão ter que contratar 815,1 mil m³ de biodiesel no segundo bimestre (2B) de 2023 – esse volume está cerca de 2,1% abaixo dos 832,3 mil m³ que fixados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no período equivalente desde ano. A informação está disponível no portal da agência.
Pelas regras do novo sistema de comercialização de biodiesel, qualquer distribuidora ou usina que movimento mais de 2.000 m³ de produto num bimestre fica obrigada a fechar contratos antecipados equivalentes a 80% do volume comercializado no mesmo bimestre do ano seguinte. O restante do mercado pode ser atendido tanto no mercado de contratos quanto no mercado spot. Dessa forma, a demanda no 2B deve superar os 1,02 milhão de m³.
As distribuidoras de combustíveis vão ter que contratar 815,1 mil m³ de biodiesel no segundo bimestre (2B) de 2023 – esse volume está cerca de 2,1% abaixo dos 832,3 mil m³ que fixados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no período equivalente desde ano. A informação está disponível no portal da agência.
Pelas regras do novo sistema de comercialização de biodiesel, qualquer distribuidora ou usina que movimento mais de 2.000 m³ de produto num bimestre fica obrigada a fechar contratos antecipados equivalentes a 80% do volume comercializado no mesmo bimestre do ano seguinte. O restante do mercado pode ser atendido tanto no mercado de contratos quanto no mercado spot. Dessa forma, a demanda no 2B deve superar os 1,02 milhão de m³.
Para as usinas a meta é mais baixa. Elas terão que fechar contratos num total de 767,3 mil m³. Cerca de 1% superior à meta que valeu para os meses de março e abril deste ano.
A distância entre as obrigações de distribuidores e fabricantes ficou em 5,9% um pouco maior que os 4,2% da somatória geral das metas que já foram publicadas pela ANP.
B10
As metas foram calculadas pela ANP com base na adição de 10% de biodiesel ao óleo diesel. Em tese, a mistura deverá ser normalizada a partir da virada do próximo ano e ampliada para 15% em março de 2023 em atendimento ao cronograma estabelecido pela Resolução 16/2018 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).
Caso isso aconteça, a meta para os distribuidores poderá ser elevada em cerca de 50%. Nesse caso, a demanda superaria a 1,22 milhões de m³ enquanto a oferta seria de 1,15 milhão de m³.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com