Vendas externas do principal coproduto da indústria de biodiesel somaram 66,6 mil toneladas durante os dois primeiros meses de 2021
As exportações de glicerina que já tinham aberto o ano em baixa aprofundaram ainda mais as perdas em fevereiro. Pelas contas do Ministério da Economia, os embarques no segundo mês do ano foram de 34,4 mil toneladas, recuo de 13,3% em relação ao resultado do mesmo período de 2020.
Com isso, a demanda internacional por glicerina brasileira ao longo do primeiro bimestre totalizou 66,6 mil toneladas. São 8,65 mil toneladas – 11,5% – menos do que entre janeiro e fevereiro do ano passado.
No mês passado, a contração das vendas externas atingiu mais duramente o segmento de glicerina destilada cujas exportações ficaram em 8,86 mil toneladas. O resultado ficou substanciais 23,4% abaixo do que havia sido registrado em fevereiro de 2020.
As exportações de glicerina que já tinham aberto o ano em baixa aprofundaram ainda mais as perdas em fevereiro. Pelas contas do Ministério da Economia, os embarques no segundo mês do ano foram de 34,4 mil toneladas, recuo de 13,3% em relação ao resultado do mesmo período de 2020.
Com isso, a demanda internacional por glicerina brasileira ao longo do primeiro bimestre totalizou 66,6 mil toneladas. São 8,65 mil toneladas – 11,5% – menos do que entre janeiro e fevereiro do ano passado.
No mês passado, a contração das vendas externas atingiu mais duramente o segmento de glicerina destilada cujas exportações ficaram em 8,86 mil toneladas. O resultado ficou substanciais 23,4% abaixo do que havia sido registrado em fevereiro de 2020.
Já no mercado de glicerina bruta, o recuo foi de 9,2%, com embarques de 47,3 milhares de toneladas.
China
A redução da demanda chinesa por glicerina brasileira foi o principal fator na diminuição das exportações em fevereiro. No mês passado, as compras do país asiático foram de 19,5 mil toneladas – 28,6% menores do que um ano antes.
A participação chinesa nas exportações brasileiras ficou em 56,8%. Abaixo dos 69% do ano passado.
Faturamento
Apesar da queda no volume embarcado, o faturamento com as vendas de glicerina para outros países tem mantido uma trajetória consistente de alta que já vem desde setembro de 2019.
Em fevereiro, os exportadores brasileiros faturaram US$ 12,9 milhões com a glicerina – US$ 5,26 milhões com glicerina destilada e US$ 7,64 milhões com glicerina bruta. O valor é 64% maior do que o apurado um ano atras.
Os ganhos maiores vêm sendo puxados pelo fortalecimento das cotações da glicerina. Desde o final do primeiro trimestre de 2020, os preços pagos pela commodity passaram a encontrar mais sustentação no mercado internacional.
Embora o movimento de valorização tenha passado por algumas turbulências, há uma clara tendência de alta. Nos últimos 12 meses, a tonelada da glicerina bruta se valorizou mais de 116% chegando a US$ 298,91 no mês passado.
No segmento de glicerina destilada a valorização ao longo do último ano foi até maior, com o produto se valorizando perto de 173% para chegar a US$ 593,36 por tonelada.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com