USDA eleva projeção para a safra brasileira de soja
Relatório divulgado hoje pelo USDA eleva a previsão da safra de soja do Brasil. Apesar do clima adverso, país deverá colher uma safra recorde.
BiodieselBR.com ··3 min de leitura
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O clima excepcionalmente quente e seco desse começo de ano não deverá afetar os resultados da soja brasileira na safra 2013/14, ao menos essa é a opinião do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O organismo acaba de publicar seu relatório de oleaginosas para o mês de fevereiro no qual elevou me 1,1% as estimativas que constavam do relatório do mês de janeiro.
Agora, o Brasil voltou a ficar na frente dos Estados Unidos como maior país produtor de soja do planeta. O clima excepcionalmente quente e seco desse começo de ano não deverá afetar os resultados da soja brasileira na safra 2013/14, ao menos essa é a opinião do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O organismo acaba de publicar seu relatório de oleaginosas para o mês de fevereiro no qual elevou as perspectivas da colheita para 90 milhões de toneladas.
Isso representa uma elevação de 1,1% em relação as 89 milhões de toneladas previstas no relatório do mês de janeiro. E uma alta de quase 5,9% sobre a primeira estimativa da safra 2013/14 publicada pelo USDA no relatório de maio que foi de 85 milhões de toneladas. Agora o Brasil voltou a ficar na frente dos Estados Unidos como maior país produtor de soja do planeta. Os sojicultores norte-americanos deverão colher pouco mais de 89,5 milhões de toneladas nessa temporada.
O único outro país a ter sua perspectiva foi elevada pelo USDA foi o Paraguai. Agora a estimativa da produção de soja do país vizinho é de 9,3 milhões de toneladas – alta de 300 mil toneladas sobre os números de janeiro.
Já a safra da Argentina foi revista para baixo em 500 mil toneladas e deverá ficar em 54 milhões de toneladas.
Com os novos números, expectativa é que o mundo vá colher cerca de 287,7 milhões de toneladas de soja esse ano. Bons 7,2% acima do resultado obtido na safra passada que já havia tido um resultado bastante positivo.
Oferta de óleo O USDA também espera que o setor de esmagamento do Brasil reverta o movimento registrado em 2012 e volte a apresentar crescimento, fechando a temporada 2013/14 com uma produção 7,1 milhões de toneladas de óleo de soja. Apesar da safra recorde do ano passado, o volume de soja processada dentro do país desacelerou quase 9,5% – a produção de óleo apurada pelo organismo foi de 6,6 milhões de toneladas.
Também estamos bem longe de um desabastecimento de óleos vegetais. A perspectiva é que os principais óleos vegetais somem 168,9 milhões de toneladas esse ano – alta de 5% sobre a safra anterior. Com isso, os estoques deveram bater mais um recorde chegando a 20,4 milhões de toneladas.