Soja

Óleo de soja firma em Chicago


Agrolink - 27 jul 2021 - 09:55

O mercado de soja inverteu a tendência inicial e encerrou com ganhos e novos aumentos no óleo de palma (+ 3%) e de soja (+ 1,2%) transmitiram firmeza ao grão, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O dólar em queda em relação a outras moedas do mundo forneceu suporte para as commodities. Mapas de previsão, geraram preocupação em indicar chuvas fracas nos próximos dias. Nenhuma mudança nas condições da safra foi esperada para o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) hoje”, comenta.

“Os futuros da CBOT da soja voltaram a subir após uma abertura em uma baixa de duas semanas na segunda-feira e subiram até o fechamento, em um contexto de dados robustos de inspeções de exportação dos EUA e mercados firmes de óleo vegetal. O contrato do primeiro mês estava sendo negociado a $ 13,64/bu no fechamento de Chicago, 0,65% mais baixo no dia. As inspeções de exportação de soja dos EUA para a semana encerrada em 22 de julho se recuperaram 68% na semana em 241.897 toneladas, perto do limite superior das expectativas do mercado que variam de 125.000 toneladas a 250.000 toneladas”, completa.

Os fortes mercados de óleo comestível deram força aos preços da soja, com o óleo de soja subindo quase 1% durante a sessão. “No entanto, a sessão de alta foi limitada por previsões climáticas favoráveis, já que condições mais frias são esperadas nas próximas semanas em partes do meio-oeste dos EUA, aliviando algumas preocupações sobre o clima atual de seca”, indica a consultoria.

“Na Argentina, o plantio de soja teve leve queda de 1,5% no ano, para 16,7 milhões de ha - o menor nível dos últimos 15 anos, segundo a Rosario Grain Exchange (BCR). Apesar da área menor, a produtividade média deve elevar a produção de soja para 49 milhões de toneladas em 2021/22, um aumento de 9% em relação à safra que terminou a colheita em junho”, conclui.

Leonardo Gottems – Agrolink