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PBio faz testes com produção mecanizada da mamona na Bahia

pbio mamona_040213A PBio começou a fazer com máquinas para o plantio de mamona em cultivos de agricultores familiares no semiárido da Bahia.
Assessoria Petrobras 2 min de leitura
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Um grupo de agricultores familiares de Itaeté, no semiárido da Bahia, terá acesso, a partir desta semana, a novos recursos tecnológicos para a produção da mamona. A iniciativa pioneira tem o propósito de avaliar o impacto da mecanização no aumento da produção e da produtividade da oleaginosa.

O projeto piloto – que teve partida com o plantio por meio de máquinas – é fruto de uma parceria entre a Petrobras Biocombustível, a Universidade Federal do Recôncavo Baiano, a Cooperativa Regional de Reforma Agrária da Chapada Diamantina (Coopracd) e a empresa Bioóleo.

A experiência em Itaeté servirá para definir um contexto de produção que possa ser replicado em outras áreas de atuação da empresa no semiárido. Além disso, “ao definir um modelo de produção com viabilidade comprovada na prática, o projeto pode contribuir para facilitar o acesso dos agricultores familiares a crédito junto aos agentes de financiamento”, esclarece o gerente de Desenvolvimento Agrícola da Petrobras Biocombustível, Raphael Leão.

Segundo o gerente de suprimento de Candeias, George Dias, o projeto piloto vai acompanhar todo o sistema de produção, do pré-plantio à colheita, com adoção de máquinas e equipamentos, ao longo dos próximos três meses. “Vamos trabalhar, nesta etapa, em uma área de 50 hectares, cultivada por 22 agricultores familiares, o que vai gerar informações que nos permitirão analisar o desenvolvimento da cultura de modo a maximizar os resultados”, destaca.

A iniciativa, segundo Leão, representa um passo importante para a transferência de tecnologia e conhecimento aos agricultores familiares nas regiões onde estão localizadas as usinas próprias da empresa. “Viabilizar o acesso a soluções de ampliação da produtividade e diminuição dos custos de produção é fundamental para aumentar sua competitividade e com isso garantir a sustentabilidade de longo prazo para a agricultura familiar”.
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