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Universidade dos EUA melhora método de análise das algas

algae090412Um time de pesquisadores da Universidade do Texas acaba de publicar um trabalho que joga um pouco mais de luz sobre a produção de óleo a partir de microalgas
BiodieselBR.com 2 min de leitura
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Um time de pesquisadores da Universidade do Texas acaba de publicar um trabalho que joga um pouco mais de luz sobre a produção de óleo a partir de microalgas. O paper compara os resultados obtidos por diferentes sistemas de extração e descreve um método de cromatografia para chegar a um perfil do óleo extraído. O trabalho será divulgado na edição de maio do Journal of the Oil Chemists’ Society.

O óleo de microalgas tem uma composição bastante complexa e as empresas que investem no desenvolvimento dessa nova matéria-prima precisam ter acesso a métodos comprovados que permitam comparar os resultados obtidos por diferentes organismos. É aí que os resultados obtidos pelos cientistas texanos entram. A produtividade das algas é afetada por muitas variáveis, o que se espera que é o trabalho contribua para reduzir as incertezas e facilitar o aumento de escala.

“A composição do óleo determina seu valor. Entender o valor é a chave para a construção de um negócio de algas”, opina Peter Kipp, vice-presidente a OpenAlgae, empresa que ajudou a financiar o estudo, especializada na produção de algas.

Isso por si só já seria um bom resultado, mas os cientistas também se debruçaram sobre a maior pedra no caminho da viabilidade do aproveitamento das microalgas como matéria-prima para biocombustíveis: a separação do óleo. As microalgas não podem ser esmagadas como as oleaginosas convencionais, sem essa tecnologia não será possível chegar à escalas comerciais de produção.

Os testes feitos na Universidade do Texas revelaram que uma substância chamada 2-Etoxietanol – também chamado etilglicol – apresenta um desempenho bem superior ao de outros solventes que vem sendo usados para a mesma finalidade como o clorofórmio, o metanol e o hexano.  Os resultados desse solvente foram entre 150% a 200% melhores na comparação.

Em inglês:
Mais informações sobre o projeto aqui.
O trabalho na íntegra está disponível aqui.
 
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com
Com informações da Biodiesel Magazine
Tags Algas
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