Em resposta a ofício da CVM, a petroleira estatal informou ainda não ter finalizado a avaliação do negócio que, possivelmente, também envolveria participação numa biorrefinaria que ainda está em construção.
A Petrobras ainda não fechou posição sobre seu possível retorno à Refinaria de Mataripe – antiga Refinaria Landulpho Alves (RLAM) – em São Francisco do Conde (BA) da Mubadala Capital. Esse é o resumo de uma nota publicada pela estatal na qual apresenta sua resposta a um questionamento feito esta semana pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
“A Petrobras esclarece, outrossim, que ainda não fez qualquer oferta, não foi celebrado qualquer documento vinculante sobre eventual parceria e não há qualquer decisão das instâncias competentes sobre eventual aquisição de participação na refinaria”, diz o texto.
De acordo com a nota da estatal, a possibilidade de recompra – ao menos de uma participação acionária – da unidade vem sendo estudada desde dezembro passado. O processo de avaliação do negócio foi iniciado em março, mas ainda não foi concluído.
A Petrobras ainda não fechou posição sobre seu possível retorno à Refinaria de Mataripe – antiga Refinaria Landulpho Alves (RLAM) – em São Francisco do Conde (BA) da Mubadala Capital. Esse é o resumo de uma nota publicada pela estatal na qual apresenta sua resposta a um questionamento feito esta semana pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
“A Petrobras esclarece, outrossim, que ainda não fez qualquer oferta, não foi celebrado qualquer documento vinculante sobre eventual parceria e não há qualquer decisão das instâncias competentes sobre eventual aquisição de participação na refinaria”, diz o texto.
De acordo com a nota da estatal, a possibilidade de recompra – ao menos de uma participação acionária – da unidade vem sendo estudada desde dezembro passado. O processo de avaliação do negócio foi iniciado em março, mas ainda não foi concluído.
Nas últimas semanas, a imprensa nacional vem informando que as duas empresas estariam na reta final das conversas, informação que parece ter partido da Federação Única dos Petroleiros (FUP) – entidade que congrega 13 sindicatos de trabalhadores do setor de petróleo.
Retomada
A Refinaria de Mataripe pertencia integralmente à Petrobras. Em meados de 2021, a unidade foi vendida à Mubadala Capital – empresa que administra o fundo soberano de Abu Dhabi – por US$ 1,65 bilhão. A Acelen foi criada para gerir esse ativo.
O montante foi considerado abaixo do valor de mercado pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Segunda maior do país, com capacidade para processar 60 mil m³ de petróleo por dia, a refinaria baiana foi a primeira a ser privatizada pela petroleira nacional como parte de um acordo firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que previa a venda de quase metade do parque de refino da estatal e um plano de desinvestimentos que previa uma concentração no segmento de exploração e produção de petróleo.
Com o fim do governo Bolsonaro e a mudança na direção da Petrobras, a empresa reviu sua estratégia para o downstream. Em maio, o Cade reverteu a decisão que forçava a venda das refinarias.
Biorrefinaria
Além da unidade de refino de petróleo, a Mubadala Capital tem planos de investir R$ 12 bilhões na Acelen Renováveis. Esse valor prevê a construção de uma biorrefinaria com capacidade de produzir 20 mil barris por dia de diesel verde e combustível sustentável de aviação (SAF) anexa ao complexo da Refinaria de Mataripe e investimentos milionários para viabilizar a produção comercial da macaúba.
Na divulgação de dezembro, a Petrobras sinalizava que sua entrada na unidade de biorrefino estava incluída nas negociações com a Mubadala Capital.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com