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Novas regras para o bioQAV

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ANP publica resolução que traz novas especificações para querosenes de aviação alternativos e suas misturas

Edição de Dez / Jan 2014 2 min de leitura

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ANP publica resolução que traz novas especificações para querosenes de aviação alternativos e suas misturas

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ANP publica resolução que traz novas especificações para querosenes de aviação alternativos e suas misturas

Fábio Rodrigues, de São Paulo

Desde o começo de dezembro o país conta com novas especificações que tornam um pouco mais fácil a vida de companhias que queiram investir na produção ou no uso de querosene de aviação fabricado a partir de fontes renováveis. Por meio da Resolução ANP 63/2014 foram estabelecidas as especificações de três novos tipos de querosenes de aviação alternativos tanto na forma pura, quanto de suas misturas com o querosene convencional.

Estão incluídos na nova regra: o querosene parafínico sintetizado pela rota de Fisher- -Tropsch (SPK-FT), o fabricado por hidroprocesssamento de ácidos graxos e ésteres (SPK-HEFA) e produzido a partir da síntese de isso-parafinas (SIP).

Esse último é o principal motivo da nova especificação. Em junho, o SIP recebeu aval da American Society for Testing and Materials (ASTM) – órgão de normatização dos Estados Unidos. “Importante lembrar que a regulamentação da ANP voltada para qualidade desse produto é baseada no processo de aprovação da ASTM. Assim, com a publicação da revisão da ASTM D7566, torna-se necessária a revisão da Resolução ANP 20/2013 com o objetivo de incluir esse novo biocombustível”, diz a ANP por meio de nota.

Como esse produto é fabricado pela norte-americana Amyris a partir de cana-de-açúcar numa usina localizada em Brotas (SP), a agência reguladora decidiu se adiantar. A Gol já tem testado o SIP em algumas de suas aeronaves.

A medida foi elogiada por agentes do mercado. “A Agência está sendo bastante ágil em atualizar a especificação brasileira para que aquilo que já foi aprovado pela ASTM seja rapidamente regulamentado no Brasil”, avalia Donato Aranda, consultor da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) que tem a Amyris como um de suas associadas.

O processo de levou à publicação dessa nova resolução foi aberto em setembro passado.

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