A implantação de um padrão
de combustível mais limpo
e ecologicamente mais aceitável
nas regiões metropolitanas
do país, além de se tratar de
um avanço inequívoco em nossa
matriz energética, passa a ser uma
questão de saúde pública.
Por Juan Diego Ferrés
A implantação de um padrão de combustível mais limpo e ecologicamente mais aceitável nas regiões metropolitanas do país, além de se tratar de um avanço inequívoco em nossa matriz energética, passa a ser uma questão de saúde pública.
Hoje, transcorrida a primeira década do novo milênio, é quase unanimidade entre os especialistas que o que vem sendo explorada é a segunda metade das reservas de petróleo, a fonte primária dos velhos combustíveis fósseis. Como o ritmo de exploração e consumo subiu nas últimas décadas de forma quase exponencial e nada indica que o mundo poderá abrir mão de produzir energia para suas necessidades, urge avançarmos nas outras fontes.
É impossível haver um ponto exato de transição, um momento em que as reservas de petróleo se esgotam e depois do qual se inicia imediatamente a produção de outras formas de energia para substituir todo o petróleo. A transição, como sugere a própria palavra, é um processo. A troca, ou substituição, da matriz energética tem que ser feita ao longo de um tempo para que não haja ruptura nem uma descontinuidade na oferta e no consumo.
O Programa Nacional de Produção de Biodiesel (PNPB) colocou o Brasil na vanguarda das novas soluções. A recente implantação do B4 – adição de 4% de biodiesel ao óleo diesel de petróleo – e a capacidade de nossa indústria para já assumir o B5, previsto apenas para o próximo ano, representam somente o início de uma guinada rumo ao futuro.
A implantação de um padrão de combustível mais limpo e ecologicamente mais aceitável nas regiões metropolitanas do país, além de se tratar de um avanço inequívoco em nossa matriz energética, passa a ser uma questão de saúde pública.
Hoje, transcorrida a primeira década do novo milênio, é quase unanimidade entre os especialistas que o que vem sendo explorada é a segunda metade das reservas de petróleo, a fonte primária dos velhos combustíveis fósseis. Como o ritmo de exploração e consumo subiu nas últimas décadas de forma quase exponencial e nada indica que o mundo poderá abrir mão de produzir energia para suas necessidades, urge avançarmos nas outras fontes.
É impossível haver um ponto exato de transição, um momento em que as reservas de petróleo se esgotam e depois do qual se inicia imediatamente a produção de outras formas de energia para substituir todo o petróleo. A transição, como sugere a própria palavra, é um processo. A troca, ou substituição, da matriz energética tem que ser feita ao longo de um tempo para que não haja ruptura nem uma descontinuidade na oferta e no consumo.
O Programa Nacional de Produção de Biodiesel (PNPB) colocou o Brasil na vanguarda das novas soluções. A recente implantação do B4 – adição de 4% de biodiesel ao óleo diesel de petróleo – e a capacidade de nossa indústria para já assumir o B5, previsto apenas para o próximo ano, representam somente o início de uma guinada rumo ao futuro.
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