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Produção de biodiesel cresce 4,6% em janeiro

Nível de produção das usinas brasileiras teve crescimento de 4,6% no primeiro mês de 2021

BiodieselBR.com 3 min de leitura

O começo de 2021 não foi dos mais animadores para a indústria brasileira de biodiesel. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a quantidade de biocombustível fabricado pelas usinas foi pouco maior que 489,3 mil m³. Desde maio, o volume fabricado não ficava abaixo da marca do meio milhão de metros cúbicos.

É relativamente comum que o mercado experimente uma desaceleração no começo de cada ano. Tipicamente, os meses de janeiro e fevereiro são os mais fracos para a atividade do setor de biodiesel que sobe até atingir o pico em outubro. No ano passado, no entanto, o pico da produção chegou dois meses antes – em agosto – e entrou em queda pronunciada. Já são cinco meses consecutivos de contração.

Na comparação anual, o mercado ainda está na vantagem. Tivemos de um aumento de 4,6% sobre a produção registrada em janeiro de 2020. Convém ressaltar, contudo, que um ano atrás a mistura obrigatória ainda era de 11%.

O começo de 2021 não foi dos mais animadores para a indústria brasileira de biodiesel. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a quantidade de biocombustível fabricado pelas usinas foi pouco maior que 489,3 mil m³. Desde maio, o volume fabricado não ficava abaixo da marca do meio milhão de metros cúbicos.

É relativamente comum que o mercado experimente uma desaceleração no começo de cada ano. Tipicamente, os meses de janeiro e fevereiro são os mais fracos para a atividade do setor de biodiesel que sobe até atingir o pico em outubro. No ano passado, no entanto, o pico da produção chegou dois meses antes – em agosto – e entrou em queda pronunciada. Já são cinco meses consecutivos de contração.

Na comparação anual, o mercado ainda está na vantagem. Tivemos de um aumento de 4,6% sobre a produção registrada em janeiro de 2020. Convém ressaltar, contudo, que um ano atrás a mistura obrigatória ainda era de 11%.

Com a adoção do B12 em março passado, o aumento da produção deveria ficar em 9,1%.

Dados preliminares da ANP – tirados do Painel Dinâmico do Mercado de Combustíveis Líquidos – indicam que a demanda de óleo diesel de janeiro beirou os 4,45 milhões de m³. Valor praticamente idêntico – parcos 0,3% de crescimento – ao do ano anterior.

Para atender a esse nível de demanda, seriam necessários 533,7 mil m³ de biodiesel puro. Ou seja, o mercado ficou deficitário em 44,3 mil m³ praticamente esgotando o saldo positivo de 46,1 mil m³ registrado no ano passado quando a produção nacional totalizou 6,43 milhões de m³.

Liderança gaúcha

O Rio Grande do Sul foi o principal estado produtor de biodiesel do país. Um total de 9 usinas de biodiesel estiveram ativas no estado em janeiro fabricando um pouco mais de 143,7 mil m³.

Nenhuma outra unidade da federação superou a barreira dos 100 mil m³. Paraná (93,6 mil m³) e Mato Grosso (92,6 mil m³) se aproximaram da marca.

A maior fabricante foi – de longe – a Potencial Biodiesel. Maior unidade produtiva de biodiesel do país com 900 mil m³ em capacidade instalada, a usina de Lapa (PR) fabricou 61,6 mil m³.

O volume é quase o dobro dos 32,6 mil m³ que foram fabricados pela Oleoplan de Veranópolis – segunda colocada do ranking.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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