Entre novembro e dezembro, o mercado brasileiro registrou seu pior percentual de entregas nos últimos quatro anos, com 92,1%
O fim do ano passado não foi exatamente o melhor momento para o mercado de biodiesel. Segundo dados divulgados pela ANP, usinas e distribuidoras executaram apenas 92,1% dos 1,53 milhão de m³ que haviam contratado entre si no final de outubro passado. Trata-se do pior percentual de entregas para todo o período do mercado pós-leilões. Desde que os leilões públicos foram descontinuados na virada de 2021 para 2022, as entregas têm – em sua maior parte – se mantido elevadas, com uma média de 99,2%, um resultado bem melhor do que os 94,8% obtidos nos leilões.
Antes disso, o mercado só havia falhado em superar a média dos leilões nos primeiros bimestres de 2022 (93,4%) e de 2023 (94,1%).
A última vez que tivemos um percentual de entregas tão baixo foi no Leilão 76, que comprou biodiesel para atender à demanda do mercado no 6B de 2020 – quando o mercado ainda enfrentava as incertezas geradas pela pandemia do novo coronavírus.
Conteúdo exclusivo para assinantes
Assine o BiodieselBR para ter acesso completo a todas as notícias, análises e relatórios do setor.
Assine agoraJá é assinante? Entrar