Volume importado em janeiro caiu aproximadamente pela metade em relação ao ano passado
Menos diesel importado está entrando no mercado brasileiro nesse começo de ano. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em janeiro as importações do derivado beiraram 729 milhares de metros cúbicos. Esse volume representa uma queda de quase 50% em relação ao que havia sido importado em janeiro de 2022.
O principal fornecedor externo de diesel para o mercado brasileiro foram os Estados Unidos. As refinarias norte-americanas venderam um pouco menos de 380 mil m³ para o Brasil, o que representou uma fatia de 52% da demanda. Isso gerou US$ 290,7 milhões para essas empresas.
Menos diesel importado está entrando no mercado brasileiro nesse começo de ano. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), em janeiro as importações do derivado beiraram 729 milhares de metros cúbicos. Esse volume representa uma queda de quase 50% em relação ao que havia sido importado em janeiro de 2022.
Isso acontece logo depois do Brasil ter batido o recorde anual de importação. Mais de 15,7 milhões de m³ de óleo diesel entraram no mercado nacional ao longo do ano passado.
O principal fornecedor externo de diesel para o mercado brasileiro foram os Estados Unidos. As refinarias norte-americanas venderam um pouco menos de 380 mil m³ para o Brasil, o que representou uma fatia de 52% da demanda. Isso gerou US$ 290,7 milhões para essas empresas.
Preços em queda
No total, abastecer o mercado nacional com diesel importado custou US$ 577,5 milhões. Os brasileiros tiveram que pagar uma média de US$ 792,28 por cada m³ de diesel vindo de fora.
Embora os preços do produto importado venham recuando ao longo dos últimos meses em relação ao pico de US$ 1.067,72 por m³ registrado em junho passado, os valores ainda continuam acima do normal.
Os valores cobrados em janeiro seguem quase 35% maiores em relação aos de um ano atrás. E as recentes restrições impostas pela União Europeia contra a Rússia devem jogar ainda mais diesel no fogo enquanto o mercado busca um novo equilíbrio.
Paridade pouco favorável
Apesar da queda no preço em dólares, o combustível importado não esteve particularmente competitivo em relação ao produto nacional.
Pelas contas da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), embora o diesel importado tenha aberto o ano ligeiramente mais barato que o vendido pelas refinarias brasileiras, no dia 12 essa relação se inverteu.
Foi só no dia 30 do mês passado que o balanço entre os preços interno e externo voltaria a ficar vantajoso para os importadores.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com