Uma das maiores fabricantes de metanol de Trinidade e Tobago, a MHTL está estudando paralisar a produção em parte de seu enorme complexo industrial de Point Lisas que conta com cinco linhas de produção totalizando 4,1 milhões de toneladas anuais em capacidade instalada. A medida seria tomada para contrabalançar os efeitos de uma redução na oferta de gás natural na nação caribenha.
Uma das maiores fabricantes de metanol de Trinidade e Tobago, a MHTL está estudando paralisar a produção em parte de seu enorme complexo industrial de Point Lisas que conta com cinco linhas de produção totalizando 4,1 milhões de toneladas anuais em capacidade instalada. A medida seria tomada para contrabalançar os efeitos de uma redução na oferta de gás natural na nação caribenha.
A decisão afetaria duas das unidades do complexo que devem ser paralisadas por volta do final do mês de abril.
O nível de produção de metanol da MHTL afeta o Brasil diretamente uma vez que o grupo industrial é o fornecedor da Southern Chemical Corporation (SCC) que é um dos principais vendedores do insumo no mercado nacional. Fontes próximas à empresa, no entanto, minimizaram o impacto dessa parada uma vez que a capacidade produtiva que será retirada do mercado já se encontrava ociosa por falta de gás.
Em 2016, cerca de 31,7% do metanol importado pelo Brasil veio de Trinidade e Tobago.
Restrição
O complexo vem recebendo apenas parte da quantidade de gás natural que precisaria para operar a todo vapor.
Desde 2013, a empresa está em negociações com a NGC – estatal que controla o fornecimento de gás em Trinidade e Tobago – para garantir contratos de fornecimento de longo prazo para todo complexo. As negociações têm sido dificultadas por restrições na produção do insumo quem vêm afetando a ilha desde 2010.
Os contratos atuais asseguram a operação apenas da linha M5000 que é a mais nova e maior de Point Lisas com uma capacidade total de 1,9 milhões de toneladas anuais. As outras quatro – que somam 2,18 milhões de toneladas anuais – não estão resguardadas e vêm recebendo apenas cerca de um quarto da quantidade de gás que precisariam.
Ao todo Trinidade e Tobago possui sete plantas de metanol – além das cinco da MHTL há outras duas pertencentes ao grupo canadense Methanex – que totalizam 6,6 milhões de toneladas ao ano em capacidade instalada.
No ano passado, a produção de metanol do país foi de 4,6 milhões de toneladas o que representa uma contração de cerca de 15,5% sobre os resultados de 2015.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Uma das maiores fabricantes de metanol de Trinidade e Tobago, a MHTL está estudando paralisar a produção em parte de seu enorme complexo industrial de Point Lisas que conta com cinco linhas de produção totalizando 4,1 milhões de toneladas anuais em capacidade instalada. A medida seria tomada para contrabalançar os efeitos de uma redução na oferta de gás natural na nação caribenha.
A decisão afetaria duas das unidades do complexo que devem ser paralisadas por volta do final do mês de abril.
O nível de produção de metanol da MHTL afeta o Brasil diretamente uma vez que o grupo industrial é o fornecedor da Southern Chemical Corporation (SCC) que é um dos principais vendedores do insumo no mercado nacional. Fontes próximas à empresa, no entanto, minimizaram o impacto dessa parada uma vez que a capacidade produtiva que será retirada do mercado já se encontrava ociosa por falta de gás.
Em 2016, cerca de 31,7% do metanol importado pelo Brasil veio de Trinidade e Tobago.
Restrição
O complexo vem recebendo apenas parte da quantidade de gás natural que precisaria para operar a todo vapor.
Desde 2013, a empresa está em negociações com a NGC – estatal que controla o fornecimento de gás em Trinidade e Tobago – para garantir contratos de fornecimento de longo prazo para todo complexo. As negociações têm sido dificultadas por restrições na produção do insumo quem vêm afetando a ilha desde 2010.
Os contratos atuais asseguram a operação apenas da linha M5000 que é a mais nova e maior de Point Lisas com uma capacidade total de 1,9 milhões de toneladas anuais. As outras quatro – que somam 2,18 milhões de toneladas anuais – não estão resguardadas e vêm recebendo apenas cerca de um quarto da quantidade de gás que precisariam.
Ao todo Trinidade e Tobago possui sete plantas de metanol – além das cinco da MHTL há outras duas pertencentes ao grupo canadense Methanex – que totalizam 6,6 milhões de toneladas ao ano em capacidade instalada.
No ano passado, a produção de metanol do país foi de 4,6 milhões de toneladas o que representa uma contração de cerca de 15,5% sobre os resultados de 2015.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com