Methanex e HPM anunciaram altas nas cotações de referência de seus produtos no mercado dos Estados Unidos
Depois de alguns meses de estabilidade, o metanol vai voltar a ficar mais caro. Nos últimos dias, os dois principais fornecedores do insumo para o mercado brasileiro – a canadense Methanex e a suíça Helm Proman Methanol (HPM) – anunciaram reajustes importantes para os preços de referência de seu produto.
Depois de alguns meses de estabilidade, o metanol vai voltar a ficar mais caro. Nos últimos dias, os dois principais fornecedores do insumo para o mercado brasileiro – a canadense Methanex e a suíça Helm Proman Methanol (HPM) – anunciaram reajustes importantes para os preços de referência de seu produto.
No caso da Methanex, o aumento foi de 6,5% com o preço de tabela do insumo em US$ 659 por tonelada. Esse foi o primeiro reajuste praticado pelo grupo empresarial de origem canadense este ano.
O valor é o maior desde novembro quando o metanol encerrou o rally de recuperação da queda sofrida no início da pandemia do nova coronavírus.
Já a HPM vai passar a cobrar US$ 661,71 por tonelada – o maior dos últimos 14 anos. A alta em relação ao preço de tabela anterior foi de 8,1% que estava em vigor desde fevereiro passado.
Com o reajuste, o metanol da HPM ficou cerca de 0,4% mais caro que o praticado pela Methanex. Nos últimos três meses, o produto da empresa suíça esteve entre 2,2% e 1,1% mais barato que o de sua principal concorrente.
Na comparação anual, o preço do metanol aumentou aproximadamente 26%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com