
BiodieselBR.com faz uma retrospectvia dos fatos mais importantes para o setor em 2014. Nesse texto: a volta dos investimentos e produção e logística e as autorizações que fecharam de vez.
Graças ao aumento de mistura, algumas empresas do setor voltaram a investir em 2014. Cinco usinas obtiveram da agência autorização para ampliar suas capacidades de produção: a Granol de Porto Nacional (TO), PBio em Guamaré (RN), a Biopar de Nova Marilândia (MT), a SPBio em Sumaré (SP) e a Minerva em Palmeiras de Goiás (GO).
Com isso, essas ampliações aumentaram a oferta de biodiesel em 251,8 milhões litros anuais.
Contudo, cinco usinas de biodiesel saíram de vez do mercado no ano passado com a perda de autorizações: a Beira Rio, a Araguassu, e a planta da JBS em Colider, a Innovatti e a última usina pertencente à ex-Brasil Ecodiesel – hoje Vanguarda Agro – em São Luís (MA).
Saíram do mercado uma capacidade produtiva em 216,7 milhões de litros. O que deixou um saldo positivo de 35,1 milhões de litros
Consolidação
Embora tenha perdido a usina de Colider – que já se encontrava mesmo paralisada há um bom tempo –, a JBS adquiriu a Biocamp.
A nova planta adquirida pela gigante do mercado de carnes está habilitada para fabricar 108 milhões de litros de biodiesel.
Por trilhos
Em 2014, os anúncios de investimentos das usinas não se limitaram a ampliações ou compra de plantas. Melhorias em logística também estiveram em evidência.
Beneficiada pela chegada dos trilhos da Ferrovia Norte-Sul até Anápolis (GO), onde possui uma planta de biodiesel, a Granol planeja usar esse modal logístico para escoar sua produção de biocombustível.
Com similar intenção, a gaúcha Bianchini se associou à América Latina Logística – concessionária que administra quase 13 mil quilômetros de ferrovias. A usina adaptou sua estrutura interna para que o carregamento do biocombustível saia diretamente de sua planta.
A unidade da Cargill em Três Lagoas (MS), que tem potencial para operar nos modais rodoviário, ferroviário e fluvial, também terá sua capacidade logística redimensionada. A usina pretende instalar uma estrutura física para carregamento do biodiesel na malha interna ferroviária existente.
E a trading agrícola não encerrou por aí. Entusiasmada com o crescimento das exportações brasileiras de glicerina refinada, que dispararam em 2014, a Cargill anunciou que irá investir em uma planta de refino, cuja capacidade de produção será de 80 toneladas diárias.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Graças ao aumento de mistura, algumas empresas do setor voltaram a investir em 2014. Cinco usinas obtiveram da agência autorização para ampliar suas capacidades de produção: a Granol de Porto Nacional (TO), PBio em Guamaré (RN), a Biopar de Nova Marilândia (MT), a SPBio em Sumaré (SP) e a Minerva em Palmeiras de Goiás (GO).
Com isso, essas ampliações aumentaram a oferta de biodiesel em 251,8 milhões litros anuais.
Contudo, cinco usinas de biodiesel saíram de vez do mercado no ano passado com a perda de autorizações: a Beira Rio, a Araguassu, e a planta da JBS em Colider, a Innovatti e a última usina pertencente à ex-Brasil Ecodiesel – hoje Vanguarda Agro – em São Luís (MA).
Saíram do mercado uma capacidade produtiva em 216,7 milhões de litros. O que deixou um saldo positivo de 35,1 milhões de litros
Consolidação
Embora tenha perdido a usina de Colider – que já se encontrava mesmo paralisada há um bom tempo –, a JBS adquiriu a Biocamp.
A nova planta adquirida pela gigante do mercado de carnes está habilitada para fabricar 108 milhões de litros de biodiesel.
Por trilhos
Em 2014, os anúncios de investimentos das usinas não se limitaram a ampliações ou compra de plantas. Melhorias em logística também estiveram em evidência.
Beneficiada pela chegada dos trilhos da Ferrovia Norte-Sul até Anápolis (GO), onde possui uma planta de biodiesel, a Granol planeja usar esse modal logístico para escoar sua produção de biocombustível.
Com similar intenção, a gaúcha Bianchini se associou à América Latina Logística – concessionária que administra quase 13 mil quilômetros de ferrovias. A usina adaptou sua estrutura interna para que o carregamento do biocombustível saia diretamente de sua planta.
A unidade da Cargill em Três Lagoas (MS), que tem potencial para operar nos modais rodoviário, ferroviário e fluvial, também terá sua capacidade logística redimensionada. A usina pretende instalar uma estrutura física para carregamento do biodiesel na malha interna ferroviária existente.
E a trading agrícola não encerrou por aí. Entusiasmada com o crescimento das exportações brasileiras de glicerina refinada, que dispararam em 2014, a Cargill anunciou que irá investir em uma planta de refino, cuja capacidade de produção será de 80 toneladas diárias.
Cátia Franco – BiodieselBR.com