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Mercado de óleo diesel perde parte do fôlego em setembro

Distribuidoras reportam vendas de 5,41 milhões de m³ do derivado no mês passado

BiodieselBR.com 4 min de leitura

O vento continuou soprando a favor do mercado de óleo diesel em setembro, mas com um pouco menos de força do que nos meses anteriores. As distribuidoras reportaram à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) terem vendido um pouco mais que 5,14 milhões de m³ do derivado. Depois de dois meses seguidos flertando com o recorde histórico de outubro de 2014, as vendas perderam um pouco do vigor que vinham apresentando.

A freada não foi brusca o bastante para colocar o mercado no vermelho. Na comparação com setembro de 2020, as vendas do derivado cresceram 3,4%. Apesar de positivo, esse foi o resultado mais magro do ano desde fevereiro passado – único mês de 2020 a apresentar contração nas vendas na comparação anual. Nos sete meses que se passaram de lá para cá, o crescimento nas vendas superou a marca dos dois dígitos.

Não se trata só de um simples rebote do mercado depois de um ano sob os efeitos da Covid-19. O mercado tem crescido de verdade e voltado a repetir números que não eram vistos desde antes da crise econômica aguda do biênio de 2015 e 2016.

Entre janeiro e setembro, o mercado já movimentou 46,4 milhões de m³ de óleo diesel. Trata-se do maior volume para o período de 22 anos registrados pela ANP. A quantidade de diesel comercializada em 2021 já supera resultado apurado nos primeiros nove meses de 2014 por uma margem de 3,9%.

O vento continuou soprando a favor do mercado de óleo diesel em setembro, mas com um pouco menos de força do que nos meses anteriores. As distribuidoras reportaram à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) terem vendido um pouco mais que 5,14 milhões de m³ do derivado. Depois de dois meses seguidos flertando com o recorde histórico de outubro de 2014, as vendas perderam um pouco do vigor que vinham apresentando.

A freada não foi brusca o bastante para colocar o mercado no vermelho. Na comparação com setembro de 2020, as vendas do derivado cresceram 3,4%. Apesar de positivo, esse foi o resultado mais magro do ano desde fevereiro passado – único mês de 2020 a apresentar contração nas vendas na comparação anual. Nos sete meses que se passaram de lá para cá, o crescimento nas vendas superou a marca dos dois dígitos.

Não se trata só de um simples rebote do mercado depois de um ano sob os efeitos da Covid-19. O mercado tem crescido de verdade e voltado a repetir números que não eram vistos desde antes da crise econômica aguda do biênio de 2015 e 2016.

Entre janeiro e setembro, o mercado já movimentou 46,4 milhões de m³ de óleo diesel. Trata-se do maior volume para o período de 22 anos registrados pela ANP. A quantidade de diesel comercializada em 2021 já supera resultado apurado nos primeiros nove meses de 2014 por uma margem de 3,9%.

A diferença a favor de 2021, contudo, ficou mais estreita. Até agosto a vantagem era de 4,3%.

Além do óleo diesel, as distribuidoras também aumentaram as vendas de gasolina (11,6%), óleo combustível (247,5%) e querosene de aviação (68,7%) também ficaram no azul. Somando tudo, o mercado de combustíveis se expandiu 4,5% e movimentou perto de 12,1 milhões de m³.

Contração

Entre agosto e setembro, as vendas de óleo diesel recuaram cerca de 5,5%.

Essa queda é normal. A curva média da demanda do diesel nos últimos cinco anos aponta para uma tendência consistente de queda nas vendas de diesel. Mas a freada costuma ser mais suave. De 2016 a 2020, a demanda de diesel entre agosto e setembro recuou pouco mais de 4%.

Centro-Oeste

A Região Centro-Oeste liderou a expansão do mercado em setembro. Os estados da região consumiram 802,5 mil m³ de óleo diesel, 73,5 mil m³ (10,1%) a mais do que no mesmo mês de 2020.

Já maior mercado brasileiro, a Região Sudeste, ficou praticamente parado com uma expansão menor do que 0,7%.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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