Distribuidoras reportam vendas de 5,41 milhões de m³ do derivado no mês passado
O vento continuou soprando a favor do mercado de óleo diesel em setembro, mas com um pouco menos de força do que nos meses anteriores. As distribuidoras reportaram à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) terem vendido um pouco mais que 5,14 milhões de m³ do derivado. Depois de dois meses seguidos flertando com o recorde histórico de outubro de 2014, as vendas perderam um pouco do vigor que vinham apresentando.
Não se trata só de um simples rebote do mercado depois de um ano sob os efeitos da Covid-19. O mercado tem crescido de verdade e voltado a repetir números que não eram vistos desde antes da crise econômica aguda do biênio de 2015 e 2016.
Entre janeiro e setembro, o mercado já movimentou 46,4 milhões de m³ de óleo diesel. Trata-se do maior volume para o período de 22 anos registrados pela ANP. A quantidade de diesel comercializada em 2021 já supera resultado apurado nos primeiros nove meses de 2014 por uma margem de 3,9%.
O vento continuou soprando a favor do mercado de óleo diesel em setembro, mas com um pouco menos de força do que nos meses anteriores. As distribuidoras reportaram à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) terem vendido um pouco mais que 5,14 milhões de m³ do derivado. Depois de dois meses seguidos flertando com o recorde histórico de outubro de 2014, as vendas perderam um pouco do vigor que vinham apresentando.
A freada não foi brusca o bastante para colocar o mercado no vermelho. Na comparação com setembro de 2020, as vendas do derivado cresceram 3,4%. Apesar de positivo, esse foi o resultado mais magro do ano desde fevereiro passado – único mês de 2020 a apresentar contração nas vendas na comparação anual. Nos sete meses que se passaram de lá para cá, o crescimento nas vendas superou a marca dos dois dígitos.
Não se trata só de um simples rebote do mercado depois de um ano sob os efeitos da Covid-19. O mercado tem crescido de verdade e voltado a repetir números que não eram vistos desde antes da crise econômica aguda do biênio de 2015 e 2016.
Entre janeiro e setembro, o mercado já movimentou 46,4 milhões de m³ de óleo diesel. Trata-se do maior volume para o período de 22 anos registrados pela ANP. A quantidade de diesel comercializada em 2021 já supera resultado apurado nos primeiros nove meses de 2014 por uma margem de 3,9%.
A diferença a favor de 2021, contudo, ficou mais estreita. Até agosto a vantagem era de 4,3%.
Além do óleo diesel, as distribuidoras também aumentaram as vendas de gasolina (11,6%), óleo combustível (247,5%) e querosene de aviação (68,7%) também ficaram no azul. Somando tudo, o mercado de combustíveis se expandiu 4,5% e movimentou perto de 12,1 milhões de m³.
Contração
Entre agosto e setembro, as vendas de óleo diesel recuaram cerca de 5,5%.
Essa queda é normal. A curva média da demanda do diesel nos últimos cinco anos aponta para uma tendência consistente de queda nas vendas de diesel. Mas a freada costuma ser mais suave. De 2016 a 2020, a demanda de diesel entre agosto e setembro recuou pouco mais de 4%.
Centro-Oeste
A Região Centro-Oeste liderou a expansão do mercado em setembro. Os estados da região consumiram 802,5 mil m³ de óleo diesel, 73,5 mil m³ (10,1%) a mais do que no mesmo mês de 2020.
Já maior mercado brasileiro, a Região Sudeste, ficou praticamente parado com uma expansão menor do que 0,7%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com