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Indexador BiodieselBR cai 5,4% no período de contração do 6B

Custo do biodiesel na semana anterior ao prazo final para o fechamento dos contratos do 6º bimestre de 2022 está em R$ 5.390,54

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Faltando apenas mais um dia para que as distribuidoras e as usinas sujeitas às metas de contratações informem à ANP quais foram os volumes de biodiesel que negociaram para o 6º bimestre, tudo indica que teremos os custos mais baixos para o produto. De acordo com o Indexador BiodieselBR, na semana antes do fechamento dos contratos bimestrais o custo de produção um metro cúbico de biodiesel é de aproximadamente R$ 5.390,54.

Esse é um valor 5,4% inferior aos R$ 5.699,95 que foi registrado no período de contratações do 5B.

Os custos de produção do biodiesel medidos pelo Indexador BiodieselBR estão em queda desde meados de maio. No dia 11 de maio deste ano, o biocombustível teve seu pico chegando a custar R$ 8.039,96. Até esta sexta-feira (21) quando o indicador fechou em R$ 5.618,03, a queda passa dos 30%.

Faltando apenas mais um dia para que as distribuidoras e as usinas sujeitas às metas de contratações informem à ANP quais foram os volumes de biodiesel que negociaram para o 6º bimestre, tudo indica que teremos os custos mais baixos para o produto. De acordo com o Indexador BiodieselBR, na semana antes do fechamento dos contratos bimestrais o custo de produção um metro cúbico de biodiesel é de aproximadamente R$ 5.390,54.

Esse é um valor 5,4% inferior aos R$ 5.699,95 que foi registrado no período de contratações do 5B.

Os custos de produção do biodiesel medidos pelo Indexador BiodieselBR estão em queda desde meados de maio. No dia 11 de maio deste ano, o biocombustível teve seu pico chegando a custar R$ 8.039,96. Até esta sexta-feira (21) quando o indicador fechou em R$ 5.618,03, a queda passa dos 30%.

Mas já foi maior. A mínima do ano foi registrada no dia 03 de outubro quando o m³ de biodiesel chegou a custar R$ 4.847,56. Nas últimas semanas, o mercado ganhou mais tração.

Pressão de baixa

Além dos custos menores, os preços finais do biodiesel devem sofrer pressão extra do descompasso nas metas dos distribuidores e dos produtores. Pelas contas da ANP, as usinas terão que vender mais biodiesel do que os distribuidores serão obrigados a comprar.

Essa será a primeira vez em que as metas beneficiam mais os distribuidores desde o 1B. Pelo lado das usinas, a meta é 810,4 mil m³ de biodiesel. Já para as distribuidoras, a obrigação é de 787,4 mil m³. A diferença é de quase 23 mil m³ – cerca de 2,8%.

No bimestre passado, a ANP isentou distribuidores e usinas de informar os volumes de seus contratos. A decisão foi tomada em função de problemas nos sistemas digitas da agência depois do ataque hacker sofrido no começo de agosto.

Embora o sistema usado para acompanhar o mercado de biodiesel – SRD-Biodiesel – ainda não tenha voltado, a agência criou outra opção para que os dados sejam repassados.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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