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Glicerina

A próxima geração de pesquisas com coprodutos


BiodieselBR.com - 10 mar 2014 - 12:23

Nos primeiros tempos, a qualidade da glicerina bruta gerada nas usinas pouco importava para os produtores de biodiesel. “Os fabricantes norte-americanos interessavam-se principalmente pelo aspecto do combustível e davam pouca atenção aos coprodutos, apesar de a glicerina bruta representar 10% do produto final”, diz Darol Brown, presidente da Sego International, de Oregon, Portland. “A maioria não se preocupava se havia mercado para a glicerina, ou com o nível de pureza que o mercado exigia. De modo geral, achava-se que o mercado para a glicerina se desenvolveria sem o envolvimento da usina, por isso se investia pouco tempo ou esforço em compreender o resultado final total do processo.” Brown afirma ter sido o maior importador de glicerina refinada dos Estados Unidos nos anos 90. “O que eles deveriam levar em conta, e agora aprenderam, é que o preço alcançado com os coprodutos ajuda a diluir os custos de produção e compor os lucros”, diz. “Os que não entenderam isso em geral foram adquiridos por empresas maiores ou então saíram do negócio.”

Existem vários tipos de glicerina além da bruta, como as de grau técnico (loira) e farmacêutico. Segundo Brown, a glicerina de grau farmacêutico tem pureza mínima de 99%, com limites bem rígidos para vários contaminantes potenciais, sendo necessário um certificado de análise para o transporte de cada carga. A glicerina farmacêutica é utilizada em um número quase ilimitado de produtos, e suas aplicações são infindáveis.


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