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Oleoplan renova certificação da usina de Tomé-Açu para o RenovaBio

Usina paraense passa a poder contar três quartos de sua produção de biodiesel para a emissão de CBios

BiodieselBR.com 3 min de leitura

A Oleoplan completou há poucos dias mais uma recertificação de sua usina de Tomé-Açu (PA) no RenovaBio. Com a renovação do documento, a usina passa a poder emitir até 473,2 mil Créditos de Descarbonização (CBios) no mercado. Cerca de 31% além do que a certificação anterior da unidade – que havia sido expedida em meados de junho desde ano – autorizava.

Na última semana, os CBios foram negociados por ao preço médio de R$ 84,41 na B3. A esse preço, os CBios que podem ser gerados pela Oleoplan de Tomé-Açu renderiam um pouco menos a R$ 40 milhões. Isso faz a receita potencial da empresa no mercado de carbono do RenovaBio chega a R$ 173,6 milhões.

Para chegar nesse montante, no entanto, a usina do Pará teria que vender todos os 288 mil m³ de biodiesel que consegue fabricar por ano o que é pouco provável. Em 2023, Tomé-Açu vendeu um pouco mais de 102,5 mil m³ o que renderia R$ 14,1 milhões em CBios. Por esse métrica, os ganhos da Oleoplan seriam de R$ 82 milhões.

A Oleoplan completou há poucos dias mais uma recertificação de sua usina de Tomé-Açu (PA) no RenovaBio. Com a renovação do documento, a usina passa a poder emitir até 473,2 mil Créditos de Descarbonização (CBios) no mercado. Cerca de 31% além do que a certificação anterior da unidade – que havia sido expedida em meados de junho desde ano – autorizava.

Na última semana, os CBios foram negociados por ao preço médio de R$ 84,41 na B3. A esse preço, os CBios que podem ser gerados pela Oleoplan de Tomé-Açu renderiam um pouco menos a R$ 40 milhões. Isso faz a receita potencial da empresa no mercado de carbono do RenovaBio chega a R$ 173,6 milhões.

Para chegar nesse montante, no entanto, a usina do Pará teria que vender todos os 288 mil m³ de biodiesel que consegue fabricar por ano o que é pouco provável. Em 2023, Tomé-Açu vendeu um pouco mais de 102,5 mil m³ o que renderia R$ 14,1 milhões em CBios. Por esse métrica, os ganhos da Oleoplan seriam de R$ 82 milhões.

Fração maior

A principal mudança entre esta certificação e aquela que havia sido publicada cerca de cinco meses atrás é a fração elegível que a Oleoplan de Tomé-Açu pode considerar no momento de calcular quanto de sua produção efetiva de biodiesel pode gerar CBios.

Antes, planta só poderia considerar 58,3% de sua produção. Agora, a fração sobe para pouco menos que 75,3%.

Isso garante à plana paraense a quinta maior fração elegível dentre todas as unidades produtoras de biodiesel certificadas no RenovaBio. É um número bem superior à média do setor. No total, as 37 usinas autorizadas a emitir CBios podem fabricar um pouco menos de 11,7 milhões de m³ de biodiesel por ano, mas podem considerar menos de 4,9 milhões de m³ para emitir CBios – o que dá uma fração elegível setorial um pouco menor que 42%.

A Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA) também melhorou ligeiramente indo de 65,03 para 65,82 gCO2eq/MJ.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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