Um mês antes da chegada do B10, o indicador de qualidade do diesel consumido pelos brasileiros continua elevado.
Melhorou um pouco. Depois de um salto maior que um ponto percentual entre dezembro e janeiro, o principal indicador da qualidade do óleo diesel consumido no Brasil se manteve basicamente estável. Segundo o boletim publicado pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP, em fevereiro a não conformidade ficou em 3%.
Melhorou um pouco. Depois de um salto maior que um ponto percentual entre dezembro e janeiro, o principal indicador da qualidade do óleo diesel consumido no Brasil se manteve basicamente estável. Segundo o boletim publicado pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP, em fevereiro a não conformidade ficou em 3%.
No mês anterior, o número havia batido em 3,2% revertendo uma tendência de melhora. Com a chegada do B10, o número tende a repetir o movimento de piora momentânea verificado por ocasião de outros aumentos na mistura obrigatória por causa de mistura de biodiesel diferente da regulamentada.
Das 2.732 amostras de óleo diesel coletadas pelos laboratórios que fazem parte da rede do PMQC ao longo do mês passado, 82 não atendiam aos parâmetros mínimos de qualidade esperados do diesel brasileiro – cinco menos que no mês anterior.
Estados
Das 27 unidades da federação, 20 contaram com monitoramento do PMQC. O número é similar ao do mês anterior.
Cinco estados – Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Sergipe – tiveram performance perfeita com 0% de não conformidade. Um mês antes, eram seis estados.
Já o pior diesel foi o do Amapá onde 20% – uma em cada cinco amostras coletas – apresentou algum tipo de vício de qualidade. Um mês antes, o estado era aparecia com 0% de falhas.
O Maranhão teve a maior melhora no período. A não conformidade recuou de 16% em janeiro para 3,7% em fevereiro.
Entre as regiões do país, o Norte teve a pior performance de qualidade. Pouco mais de 4,9% das amostras da região foram reprovadas nos testes realizados pelos laboratórios do PMQC.
Biodiesel
O teor de biodiesel se manteve como principal problema de qualidade do diesel nacional representando 44% dos problemas encontrados. Isso representa uma melhora considerável em relação à janeiro quando 59% das amostras apresentaram problemas.
Esse é o melhor resultado para essa característica desde fevereiro de 2017 quando 40% das amostras foram reprovadas.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Melhorou um pouco. Depois de um salto maior que um ponto percentual entre dezembro e janeiro, o principal indicador da qualidade do óleo diesel consumido no Brasil se manteve basicamente estável. Segundo o boletim publicado pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP, em fevereiro a não conformidade ficou em 3%.
No mês anterior, o número havia batido em 3,2% revertendo uma tendência de melhora. Com a chegada do B10, o número tende a repetir o movimento de piora momentânea verificado por ocasião de outros aumentos na mistura obrigatória por causa de mistura de biodiesel diferente da regulamentada.
Das 2.732 amostras de óleo diesel coletadas pelos laboratórios que fazem parte da rede do PMQC ao longo do mês passado, 82 não atendiam aos parâmetros mínimos de qualidade esperados do diesel brasileiro – cinco menos que no mês anterior.
Estados
Das 27 unidades da federação, 20 contaram com monitoramento do PMQC. O número é similar ao do mês anterior.
Cinco estados – Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Sergipe – tiveram performance perfeita com 0% de não conformidade. Um mês antes, eram seis estados.
Já o pior diesel foi o do Amapá onde 20% – uma em cada cinco amostras coletas – apresentou algum tipo de vício de qualidade. Um mês antes, o estado era aparecia com 0% de falhas.
O Maranhão teve a maior melhora no período. A não conformidade recuou de 16% em janeiro para 3,7% em fevereiro.
Entre as regiões do país, o Norte teve a pior performance de qualidade. Pouco mais de 4,9% das amostras da região foram reprovadas nos testes realizados pelos laboratórios do PMQC.
Biodiesel
O teor de biodiesel se manteve como principal problema de qualidade do diesel nacional representando 44% dos problemas encontrados. Isso representa uma melhora considerável em relação à janeiro quando 59% das amostras apresentaram problemas.
Esse é o melhor resultado para essa característica desde fevereiro de 2017 quando 40% das amostras foram reprovadas.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com