Depois amargar vários meses ruins, a qualidade do óleo diesel disponível no mercado brasileiro parece estar voltando a se normalizar. Segundo dados divulgados pela ANP, o índice de não conformidade – que mede o percentual de amostras reprovadas sobre o total de amostras coletadas – caiu pelo segundo mês ficando em 3% em janeiro.
Depois amargar vários meses ruins, a qualidade do óleo diesel disponível no mercado brasileiro parece estar voltando a se normalizar. Segundo dados divulgados pela ANP, o índice de não conformidade – que mede o percentual de amostras reprovadas sobre o total de amostras coletadas – caiu pelo segundo mês ficando em 3% em janeiro.
De 2.308 amostras recolhidas em janeiro, 69 apresentaram uma – ou mais – das inconformidades mensuradas pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da agência.
Esse foi o melhor resultado desde agosto do ano passado quando o indicador ficou em 2,9% – última vez em que ele esteva abaixo do limiar de 3%.
O problema mais comum nas amostras de diesel foi com o teor de biodiesel que foi considerado inadequado em 42% das amostras reprovadas.
Abrangência
O Amapá e no Maranhão tiveram o melhor óleo diesel, com a não conformidade chegando a zero no mês de janeiro. Já o Rio Grande do Norte aparece na lanterna com 9,3% de inconformidade.
O levantamento da ANP foi realizado em 17 unidades da federação. É a mesma abrangência do mês anterior.
Altos e baixos
No ano passado, o diesel viveu extremos em termos de qualidade.
Em maio ele teve o melhor resultado desde a implantação do B5 em 2010 com apenas 0,8% de inconformidade. Mais que isso, entre dezembro de 2015 até maio passado a não conformidade do diesel ficou sempre abaixo do patamar de 2% fazendo deste o período mais longo em que o derivado manteve níveis de qualidade tão grandes.
O jogo virou a partir de junho quando a não conformidade começou a subir até que, em novembro, o indicador igualou sua pior marca em oito anos com 5,2%. Nível similar ao que apresentou no auge dos problemas de qualidade gerados pela introdução do B5 na matriz de combustíveis.
B8
Embora o pior parece ter passado, a partir de março deveremos entrar em outro período de turbulência para a qualidade do óleo diesel conforme o B8 comece a chegar às bombas.
Períodos de mudança na mistura obrigatória costumam vir acompanhados de picos de não conformidade.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Depois amargar vários meses ruins, a qualidade do óleo diesel disponível no mercado brasileiro parece estar voltando a se normalizar. Segundo dados divulgados pela ANP, o índice de não conformidade – que mede o percentual de amostras reprovadas sobre o total de amostras coletadas – caiu pelo segundo mês ficando em 3% em janeiro.
De 2.308 amostras recolhidas em janeiro, 69 apresentaram uma – ou mais – das inconformidades mensuradas pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da agência.
Esse foi o melhor resultado desde agosto do ano passado quando o indicador ficou em 2,9% – última vez em que ele esteva abaixo do limiar de 3%.
O problema mais comum nas amostras de diesel foi com o teor de biodiesel que foi considerado inadequado em 42% das amostras reprovadas.
Abrangência
O Amapá e no Maranhão tiveram o melhor óleo diesel, com a não conformidade chegando a zero no mês de janeiro. Já o Rio Grande do Norte aparece na lanterna com 9,3% de inconformidade.
O levantamento da ANP foi realizado em 17 unidades da federação. É a mesma abrangência do mês anterior.
Altos e baixos
No ano passado, o diesel viveu extremos em termos de qualidade.
Em maio ele teve o melhor resultado desde a implantação do B5 em 2010 com apenas 0,8% de inconformidade. Mais que isso, entre dezembro de 2015 até maio passado a não conformidade do diesel ficou sempre abaixo do patamar de 2% fazendo deste o período mais longo em que o derivado manteve níveis de qualidade tão grandes.
O jogo virou a partir de junho quando a não conformidade começou a subir até que, em novembro, o indicador igualou sua pior marca em oito anos com 5,2%. Nível similar ao que apresentou no auge dos problemas de qualidade gerados pela introdução do B5 na matriz de combustíveis.
B8
Embora o pior parece ter passado, a partir de março deveremos entrar em outro período de turbulência para a qualidade do óleo diesel conforme o B8 comece a chegar às bombas.
Períodos de mudança na mistura obrigatória costumam vir acompanhados de picos de não conformidade.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com