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Não conformidade do diesel volta a superar 3%

Número se segue ao melhor resultado para a qualidade do derivado desde dezembro de 2017

BiodieselBR.com 3 min de leitura

A qualidade do óleo diesel continua entre idas e vindas. No mês de julho, o monitoramento realizado pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP apontou que cerca de 3,4% das 2.219 amostras coletadas foram reprovados depois de apresentarem um ou mais vícios de qualidade.

Esse resultado é 1,2 ponto percentual maior do que o registrado em junho quando a qualidade teve seu melhor mês em mais de dois anos e meio. A última vez em que o indicador teve um resultado melhor que o atual foi em dezembro de 2017. Em junho de 2018, ela até chegou perto com 2,2%.

De acordo com os dados divulgados pela ANP, as 76 amostras de diesel foram reprovadas no mês de julho contabilizaram 81 falhas de qualidade – uma mesma amostra pode falhar em mais de um critério. Um pouco mais de metade dos problemas identificados – 41 ocorrências – estão relacionados à categoria “teor de biodiesel” e se concentram principalmente em São Paulo (19) e Rio de Janeiro (11).

Um mês antes, o teor de biodiesel representou 59,3% das falhas identificadas nos laboratórios do PMQC.

A qualidade do óleo diesel continua entre idas e vindas. No mês de julho, o monitoramento realizado pelo Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) da ANP apontou que cerca de 3,4% das 2.219 amostras coletadas foram reprovados depois de apresentarem um ou mais vícios de qualidade.

Esse resultado é 1,2 ponto percentual maior do que o registrado em junho quando a qualidade teve seu melhor mês em mais de dois anos e meio. A última vez em que o indicador teve um resultado melhor que o atual foi em dezembro de 2017. Em junho de 2018, ela até chegou perto com 2,2%.

De acordo com os dados divulgados pela ANP, as 76 amostras de diesel foram reprovadas no mês de julho contabilizaram 81 falhas de qualidade – uma mesma amostra pode falhar em mais de um critério. Um pouco mais de metade dos problemas identificados – 41 ocorrências – estão relacionados à categoria “teor de biodiesel” e se concentram principalmente em São Paulo (19) e Rio de Janeiro (11).

Um mês antes, o teor de biodiesel representou 59,3% das falhas identificadas nos laboratórios do PMQC.

Com 24 registros, o critério “ponto de fulgor” foi o segundo pior parâmetro para o diesel brasileiro.

Mais 3 Estados

A cobertura do PMQC, que andou meio cambaleante em abril quando apenas 8 estados da federação foram monitorados pelo programa, continuou se recuperando. No mês de julho, foram coletadas amostras de combustíveis em postos e distribuidoras de 15 unidades da federação; três a mais do que em junho.

Alagoas, Amapá, Pará e Sergipe entraram na lista. Já Pernambuco saiu.

Em sua volta ao relatório o Amapá teve o pior diesel de todo o país com uma não conformidade de 26,7%. De 15 amostras coletadas 4 apresentaram algum tipo de problema de qualidade.

Nos 11 estados que se repetem nos dois meses, a qualidade do diesel piorou em 6, melhorou em 3 e ficou estável em 2. A maior piora acontece no Rio de Janeiro onde a não conformidade cresceu 4,3 pontos percentuais num único mês chegando a 6,5%. Já o Rio Grande do Sul caminhou na direção inversa e foi de 5,9% em junho para 0% em julho.

Apesar dessa nova piora, no acumulado do ano a não conformidade do diesel este em 3% melhor que os resultados de 2017 (3,4%), 2018 (4,1%) e 2019 (3,6%).

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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