Térmica vai pesquisar formação de borras em misturas de biodiesel
A Eneva vai financicar pesquisa sobra a formação de borras em misturas entre diesel e biodiesel. Uma das termelétricas já precisou parar a produção.
BiodieselBR.com ··2 min de leitura
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A Eneva – geradora de eletricidade que já pertenceu ao empresário Eike Batista, mas atualmente é controlada pela alemã E.ON – vai desembolsar R$ 504 mil num projeto de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) destinado a estudar formas de se minimizar a formação de borras de origem microbianas decorrentes da mistura do biodiesel ao diesel. O projeto será tocado em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA)
A Eneva – geradora de eletricidade que já pertenceu ao empresário Eike Batista, mas atualmente é controlada pela alemã E.ON – vai desembolsar R$ 504 mil num projeto de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) destinado a estudar formas de se minimizar a formação de borras de origem microbianas decorrentes da mistura do biodiesel ao diesel. O projeto será tocado em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA).
O problema tem afetado especialmente uma das seis termelétricas do grupo, a de Amapari, localizada no município de Serra do Navio (AP). Segundo a assessoria de imprensa da Eneva, ocorrem “eventuais paradas não programadas na unidade, em função do entupimento dos filtros dos tanques de armazenamento do combustível, por conta da formação de borras derivadas do blend diesel-biodiesel”. A unidade, cuja capacidade instalada é de 23 MW, gera energia por meio de 13 motores movidos a B5.
Escopo Dos R$ 504 mil a serem extraídos das verbas P&D da usina para financiar o projeto, intitulado de “Estabilização de Blends Diesel – Biodiesel: Minimização da Formação de Borra", cerca de R$ 270 mil serão gastos com equipamentos e materiais de consumo para a realização da pesquisa na Federal do Pará (UFPA), com quem a Eneva firmou convênio.
O prazo fixado para o desenvolvido do projeto - que, pelo cronograma estabelecido entre a Eneva e a UFPA, estava previsto para ser iniciado no mês passado - é de dois anos.
“Os resultados do estudo darão origem a dissertações e publicações e poderão contribuir para beneficiar outras usinas com problemas semelhantes”, informa a assessoria do grupo.