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Óleo de soja segue com participação crescente na produção de biodiesel

MP Marco_020514O óleo de soja voltou a aumentar sua participação no mix de matérias-primas utilizadas pelo setor de biodiesel.
BiodieselBR.com 2 min de leitura
Enquanto o óleo de soja continua retomando sua participação no mix de matérias-primas usadas na produção de biodiesel, o sebo começa a perder mercado. É o que revela a edição de março do Boletim Mensal do Biodiesel que foi disponibilizado no final da tarde desta quarta-feira (30) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Em março, o óleo de soja teve uma alta de 2,2 pontos percentuais em relação à participação computada em fevereiro.

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Enquanto o óleo de soja continua retomando sua participação no mix de matérias-primas usadas na produção de biodiesel, o sebo começa a perder mercado. É o que revela a edição de março do Boletim Mensal do Biodiesel que foi disponibilizado no final da tarde desta quarta-feira (30) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Em março, o óleo de soja respondeu por 73,9% das matérias-primas usadas pela indústria – alta de 2,2 pontos percentuais em relação à participação computada em fevereiro. Considerando os valores de produção mensal recém-divulgados pela ANP, foram fabricados pouco mais de 191,7 milhões de litros a partir do óleo de soja.

Já o sebo, que, até fevereiro, vinha ampliando sua presença no mix, teve sua contribuição reduzida. Em março, a gordura bovina ficou com 21,2% do mercado — queda de 3,5 pontos percentuais em relação ao mês anterior. São pouco mais de 55 milhões de litros. 

À exceção do Sudeste, onde o sebo foi a matéria-prima predominante, nas outras quatro regiões do país o óleo de soja se manteve como a matéria-prima mais usada na fabricação do biodiesel.

Altas e sumiço
Outra matéria-prima que vem retomando sua participação é o óleo de algodão. Em março, sua contribuição no mix superou a das demais matérias-primas minoritárias utilizadas pela indústria – descontando, é claro, o óleo de soja e o sebo. Terceiro colocado no ranking, o óleo de algodão computou 2,45% de participação, contra 2,41% de outras matérias-primas somadas, como o óleo de fritura e as gorduras de porco e de frango.

O óleo de cozinha usado também acenou com alta em março. Registrou uma participação de 0,95%, deixando a matéria-prima mais próxima de superar a barreira de um ponto percentual.

Depois de assistir sua participação cair pela metade em fevereiro, o óleo de palma sequer apareceu nesta edição do boletim da ANP.

Cátia Franco – BiodieselBR.com
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