Um grupo de pesquisadores da Universidade de Copenhague desenvolveu uma variedade da mostarda livre de compostos tóxicos.
Aparentada da colza e da canola, a mostarda é uma oleaginosa de grande potencial comercial não fosse por um pequeno detalhe – seu óleo tem alta concentração de uma toxina chamado ácido erúcico. Mas, agora, um grupo de pesquisadores da Universidade de Copenhague, Dinamarca, desenvolveu uma variedade da planta livre desse composto.
Aparentada da colza e da canola, a mostarda é uma oleaginosa de grande potencial comercial não fosse por um pequeno detalhe – seu óleo tem alta concentração de uma toxina chamado ácido erúcico. Mas, agora, um grupo de pesquisadores da Universidade de Copenhague, Dinamarca, desenvolveu uma variedade da planta livre desse composto.
Eles esperam repetir a história de sucesso da canola. Apesar do nome, a canola não passa de uma versão da colza com baixo teor de ácido erúcico que foi criada no Canadá nos anos 1970. Foi graças a esse desenvolvimento que seu plantio pode se desenvolver a ponto de ter se tornado, hoje, a terceira maior fonte de óleos vegetais para o mercado mundial.
A canola, no entanto, não se sai particularmente bem em regiões mais quentes do globo. Algo que não seria um problema para a nova variedade de mostarda que também é mais resistente à pestes e intempéries que sua prima mais conhecida.
“Há um mercado massivo para oleaginosas que possam ser cultivadas em áreas secas e de clima quente”, comemora Hussam Hassan Nour Eldin, que é professor associação do Departamento de Ciências Vegetais e Ambientais da Universidade de Copenhague e foi um dos pesquisadores envolvidos nesse trabalho que foi publicado na Nature Biotech – braço de biotecnologia da respeitada Revista Nature.
Os pesquisadores já estão trabalhando com a Bayer CropScience para levar a novidade para os campos. A expectativa é ter a primeira variedade comercial de mostarda atóxica daqui a 2 ou 3 anos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Aparentada da colza e da canola, a mostarda é uma oleaginosa de grande potencial comercial não fosse por um pequeno detalhe – seu óleo tem alta concentração de uma toxina chamado ácido erúcico. Mas, agora, um grupo de pesquisadores da Universidade de Copenhague, Dinamarca, desenvolveu uma variedade da planta livre desse composto.
Eles esperam repetir a história de sucesso da canola. Apesar do nome, a canola não passa de uma versão da colza com baixo teor de ácido erúcico que foi criada no Canadá nos anos 1970. Foi graças a esse desenvolvimento que seu plantio pode se desenvolver a ponto de ter se tornado, hoje, a terceira maior fonte de óleos vegetais para o mercado mundial.
A canola, no entanto, não se sai particularmente bem em regiões mais quentes do globo. Algo que não seria um problema para a nova variedade de mostarda que também é mais resistente à pestes e intempéries que sua prima mais conhecida.
“Há um mercado massivo para oleaginosas que possam ser cultivadas em áreas secas e de clima quente”, comemora Hussam Hassan Nour Eldin, que é professor associação do Departamento de Ciências Vegetais e Ambientais da Universidade de Copenhague e foi um dos pesquisadores envolvidos nesse trabalho que foi publicado na Nature Biotech – braço de biotecnologia da respeitada Revista Nature.
Os pesquisadores já estão trabalhando com a Bayer CropScience para levar a novidade para os campos. A expectativa é ter a primeira variedade comercial de mostarda atóxica daqui a 2 ou 3 anos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com