Pesquisadores do Centro Donald Danforth de Ciências Vegetais descobriu uma forma de maximizar o acúmulo de óleo nas microalgas sem sacrificar o crescimento.
Um grupo de pesquisadores do Centro Donald Danforth de Ciências Vegetais descobriu um método de maximizar o acúmulo de óleo sem precisar sacrificar o ritmo de crescimento que pode tornar as microalgas candidatas ainda mais promissoras para a produção de biodiesel e outros biocombustíveis. As conclusões do estudo foram publicadas no começo de setembro.
Um grupo de pesquisadores do Centro Donald Danforth de Ciências Vegetais descobriu um método de maximizar o acúmulo de óleo sem precisar sacrificar o ritmo de crescimento que pode tornar as microalgas candidatas ainda mais promissoras para a produção de biodiesel e outros biocombustíveis. As conclusões do estudo foram publicadas no começo de setembro.
A produção de óleos a partir de microalgas apresenta um paradoxo importante: em condições normais, elas usam a maior parte da energia disponível para se multiplicarem sem parar; só passam a acumular óleo quando sua fonte de alimentação fica restrita. Acontece que isso faz as algas reduzirem seu ritmo de multiplicação.
Balancear essa relação é fundamental para viabilizar a produção de biocombustíveis de microalgas.
Foi isso que um cientista liderado por James Umen conseguiu ao identificar uma mutação em algas do gênero Chlamydomonas chamada vip1-1 que afeta a sensibilidade desses organismos a uma proteína chamada TOR que é responsável por medir a quantidade de nutrientes disponível no ambiente. Isso permitiu cultivar células que acumulam bastante óleo sem reduzir o nível de multiplicação de forma significativa.
“Nosso estudo revelou uma nova forma de entender como as células controlam o metabolismo e acúmulo de carbono”, disse a pesquisadora Inmaculata Couso. “Conforme formos compreendendo esse mecanismo teremos a possibilidade de reprograma o metabolismo das algas fazendo delas melhores produtoras de óleos e outros compostos de alto valor”, completou.
O artigo pode ser consultado na íntegra clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Um grupo de pesquisadores do Centro Donald Danforth de Ciências Vegetais descobriu um método de maximizar o acúmulo de óleo sem precisar sacrificar o ritmo de crescimento que pode tornar as microalgas candidatas ainda mais promissoras para a produção de biodiesel e outros biocombustíveis. As conclusões do estudo foram publicadas no começo de setembro.
A produção de óleos a partir de microalgas apresenta um paradoxo importante: em condições normais, elas usam a maior parte da energia disponível para se multiplicarem sem parar; só passam a acumular óleo quando sua fonte de alimentação fica restrita. Acontece que isso faz as algas reduzirem seu ritmo de multiplicação.
Balancear essa relação é fundamental para viabilizar a produção de biocombustíveis de microalgas.
Foi isso que um cientista liderado por James Umen conseguiu ao identificar uma mutação em algas do gênero Chlamydomonas chamada vip1-1 que afeta a sensibilidade desses organismos a uma proteína chamada TOR que é responsável por medir a quantidade de nutrientes disponível no ambiente. Isso permitiu cultivar células que acumulam bastante óleo sem reduzir o nível de multiplicação de forma significativa.
“Nosso estudo revelou uma nova forma de entender como as células controlam o metabolismo e acúmulo de carbono”, disse a pesquisadora Inmaculata Couso. “Conforme formos compreendendo esse mecanismo teremos a possibilidade de reprograma o metabolismo das algas fazendo delas melhores produtoras de óleos e outros compostos de alto valor”, completou.
O artigo pode ser consultado na íntegra clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com