Um novo material desenvolvido por pesquisadores da Universidade Nacional de Taiwan (NTU) promete resolver um dos problemas mais complexos no caminho da viabilidade do uso de microalgas na produção de biocombustíveis. A colheita.
Um novo material desenvolvido por pesquisadores da Universidade Nacional de Taiwan (NTU) promete resolver um dos problemas mais complexos no caminho da viabilidade do uso de microalgas na produção de biocombustíveis. A colheita.
As microalgas têm todas as qualidades para se tornarem uma matéria-prima revolucionária para a indústria de biocombustíveis: elas crescem bastante, rápido e acumulam muito óleo. Acontece que tudo o que sabemos de agricultura hoje diz respeito a espécies terrestres, ou seja, se quisermos viabilizar esse potencial, vamos ter que recomeçar tudo do zero.
Um dos problemas mais agudos é como fazer a colheita de algas microscópicas que estão muito diluídas na água? Os métodos atuais são pouco práticos ou intensivos em energia e, portanto, caros. Para facilitar esse trabalho uma equipe liderada professor de química da NTU, Wu Chia-wen, desenvolveu uma nanopartícula sintetizada a partir de um óxido de ferro e um dióxido de silício.
O novo material tem propriedades magnéticas e se mostrou capaz de atrair as microalgas deixando-as menos dispersas. Dessa forma é possível separar a biomassa da água para, então, processá-la e produzir biodiesel usando um catalizador alcalino.
Segundo Wu, sua tecnologia permite a recuperação de até 97,1% dos ácidos graxos contidos na biomassa – contra 60% em outros métodos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Um novo material desenvolvido por pesquisadores da Universidade Nacional de Taiwan (NTU) promete resolver um dos problemas mais complexos no caminho da viabilidade do uso de microalgas na produção de biocombustíveis. A colheita.
As microalgas têm todas as qualidades para se tornarem uma matéria-prima revolucionária para a indústria de biocombustíveis: elas crescem bastante, rápido e acumulam muito óleo. Acontece que tudo o que sabemos de agricultura hoje diz respeito a espécies terrestres, ou seja, se quisermos viabilizar esse potencial, vamos ter que recomeçar tudo do zero.
Um dos problemas mais agudos é como fazer a colheita de algas microscópicas que estão muito diluídas na água? Os métodos atuais são pouco práticos ou intensivos em energia e, portanto, caros. Para facilitar esse trabalho uma equipe liderada professor de química da NTU, Wu Chia-wen, desenvolveu uma nanopartícula sintetizada a partir de um óxido de ferro e um dióxido de silício.
O novo material tem propriedades magnéticas e se mostrou capaz de atrair as microalgas deixando-as menos dispersas. Dessa forma é possível separar a biomassa da água para, então, processá-la e produzir biodiesel usando um catalizador alcalino.
Segundo Wu, sua tecnologia permite a recuperação de até 97,1% dos ácidos graxos contidos na biomassa – contra 60% em outros métodos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com