DOE investe em pesquisas para reduzir custo de microalgas
O Departamento de Energia (DOE) dos EUA vai colocar até US$ 25 mi em pesquisas para o barateamento dos bioocombustíveis feitos com microalgas
BiodieselBR.com ··2 min de leitura
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O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) anunciou na última terça-feira (30) que irá fazer investimentos milhonários em pesquisas destinadas à redução do custo de produção dos biocombustíveis fabricados a partir de microalgas.
A conversão eficiente (e barata) da biomassa das algas em biocombustíveis avançados tem sido alvo de grandes apostas não só por parte de governos como também por empresas de biotecnologia de todo o mundo.
O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE) anunciou na última terça-feira (30) que irá investir entre US$ 13 milhões e US$ 25 milhões em pesquisas destinadas à redução do custo de produção dos biocombustíveis fabricados a partir de microalgas. A conversão eficiente (e barata) da biomassa das algas em biocombustíveis avançados tem sido alvo de grandes apostas não só por parte de governos como também por empresas de biotecnologia de todo o mundo.
A curto prazo, o objetivo do DOE é chegar até 2019 a um custo de US$ 5 por galão de biocombustível à base de algas. A longo prazo, o departamento quer alcançar um custo de US$ 3 por galão até 2030. Atualmente, o custo do galão de biocombustível avançado fabricado com algas sai por US$ 8.
Duas frentes Para que o DOE consiga atingir suas metas, barreiras ainda presentes no cultivo, colheita e na conversão de algas em biocombustíveis terão que ser superadas. E é justamente nesses pontos que o DOE quer que os pesquisadores se concentrem.
O órgão irá financiar projetos voltados a duas frentes de pesquisas: ao desenvolvimento de culturas de algas que, além de biocombustíveis, produzam bioprodutos mais valiosos capazes de aumentar o valor global da biomassa; e à criação de tecnologias de proteção dessas culturas ou de utilização de dióxido de carbono (CO2) para aumentar a produtividade de biomassa.
No primeiro caso, serão destinados recursos entre US$ 5 milhões e US$ 10 milhões; e no segundo, de US$ 500 mil a US$ 1 milhão.
Cátia Franco – BiodieselBR.com Com informações Biofuels Digest e Biofuel Magazine