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União Europeia

França e Alemanha querem regras mais duras para importações de biodiesel na UE


BiodieselBR.com - 03 jun 2024 - 12:30

Os governos da Alemanha e da França estão pressionando a Comissão Europeia para que seja adotado um processo mais rígido de verificação na importação de biodiesel. A meta é coibir o risco de fraudes em mecanismos da União Europeia (UE) que foram criados para incentivar a produção a partir de óleos e gorduras residuais (OGRs).

Numa nota endereçada aos ministros de energia dos demais países-membros na última quinta-feira (30), os franceses e alemães cobraram que fabricantes que queiram exportar para o bloco sejam obrigados a garantir acesso de fiscais às suas instalações.

{viewonly=registered,special}Os governos da Alemanha e da França estão pressionando a Comissão Europeia para que seja adotado um processo mais rígido de verificação na importação de biodiesel. A meta é coibir o risco de fraudes em mecanismos da União Europeia (UE) que foram criados para incentivar a produção a partir de óleos e gorduras residuais (OGRs).

Numa nota endereçada aos ministros de energia dos demais países-membros na última quinta-feira (30), os franceses e alemães cobraram que fabricantes que queiram exportar para o bloco sejam obrigados a garantir acesso de fiscais às suas instalações.

Investigação

Em meados do ano passado, Berlim já havia solicitado a abertura de uma investigação para apurar se usinas chinesas estariam exportando biodiesel fabricado com óleo de palma virgem importado da Indonésia como se fosse feito de óleo de cozinha usado.

Objeções similares foram levantadas por fabricantes dos Estados Unidos.

A suspeita era que essa triangulação com a China estaria sendo usada para burlar uma regra imposta pela UE em março de 2019, que excluiu o óleo de palma do rol das matérias-primas vistas como ‘sustentáveis’.

Pelas contas da Comissão Europeia, o mercado de biodiesel movimenta cerca de € 31 bilhões – perto de R$ 177 bilhões pelo câmbio de hoje (03) – por ano.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações da Reuters