O México está entrando na corrida pela criação de biocombustíveis voltados ao setor de aviação. Na semana passada foi anunciada a formação de um consórcio entre a fabricante de aviões Boeing, a Aeromexico e o governo mexicano que prevê o apoio à novas iniciativas de pesquisa e desenvolvimento dedicadas ao aperfeiçoamento de uma cadeia capaz de produzir bioquerosene de aviação (bioQAV) a preços competitivos. O anúncio oficial aconteceu nessa quarta-feira (24).
O México está entrando na corrida pela criação de biocombustíveis voltados ao setor de aviação. Essa semana foi anunciada a formação de um consórcio entre a fabricante de aviões Boeing, a Aeromexico e o governo mexicano que prevê o apoio à novas iniciativas de pesquisa e desenvolvimento dedicadas ao aperfeiçoamento de uma cadeia capaz de produzir bioquerosene de aviação (bioQAV) a preços competitivos. O anúncio oficial aconteceu nessa quarta-feira (24).
Os trabalhos apoiados pelo consórcio serão coordenados através do Centro Mexicano de Inovação em Bioenergia (Cemie Bio), rede de entidades de pesquisa tanto públicas quanto privadas dedicadas ao aprimoramento da produção de bioenergias em território mexicano. O projeto de bioQAV incluirá um total de 17 instituições.
As atividades serão financiadas pelo governo mexicano ao longo dos próximos quatro anos. A meta é desenvolver um modelo de negócios sustentável para a produção de bioQAV que atenta às exigências da Mesa Redonda de Biomateriais Sustentáveis (RSB) dentro desse prazo. Entre as matérias-primas que vem sendo estudadas para dar suporte à essa nova indústria estão o pinhão-manso, a salicornia – uma planta altamente tolerante ao sal que poderia ser cultivada em terras inviáveis para a agricultura – e a escuma de esgoto.
“BioQAV sustentável vai desempenhar um papel crítico nos esforços para a redução das emissões de carbono do setor de aviação e trará uma indústria inovadora para o México”, comemorou o presidente da Boeing Internacional, Marc Allen, destacando que nova iniciativa vai dar suporte ao crescimento da indústria de aviação no longo prazo.
Já o diretor de relações institucionais da Aeromexico, Sergio Allard, lembrou que o país é um dos pioneiros no uso de bioQAV. “O primeiro voo transcontinental abastecido com biocombustível na história da aviação foi realizado na roda Mexico-Madri”, disse acrescentando que hoje o produto já é regularmente utilizado em voos entre o México e a Costa Rica. “Estamos prontos para assumir o desafio e quebrar com o mito de que não dá para ser responsável e competitivo ao mesmo tempo”, completa.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O México está entrando na corrida pela criação de biocombustíveis voltados ao setor de aviação. Essa semana foi anunciada a formação de um consórcio entre a fabricante de aviões Boeing, a Aeromexico e o governo mexicano que prevê o apoio à novas iniciativas de pesquisa e desenvolvimento dedicadas ao aperfeiçoamento de uma cadeia capaz de produzir bioquerosene de aviação (bioQAV) a preços competitivos. O anúncio oficial aconteceu nessa quarta-feira (24).
Os trabalhos apoiados pelo consórcio serão coordenados através do Centro Mexicano de Inovação em Bioenergia (Cemie Bio), rede de entidades de pesquisa tanto públicas quanto privadas dedicadas ao aprimoramento da produção de bioenergias em território mexicano. O projeto de bioQAV incluirá um total de 17 instituições.
As atividades serão financiadas pelo governo mexicano ao longo dos próximos quatro anos. A meta é desenvolver um modelo de negócios sustentável para a produção de bioQAV que atenta às exigências da Mesa Redonda de Biomateriais Sustentáveis (RSB) dentro desse prazo. Entre as matérias-primas que vem sendo estudadas para dar suporte à essa nova indústria estão o pinhão-manso, a salicornia – uma planta altamente tolerante ao sal que poderia ser cultivada em terras inviáveis para a agricultura – e a escuma de esgoto.
“BioQAV sustentável vai desempenhar um papel crítico nos esforços para a redução das emissões de carbono do setor de aviação e trará uma indústria inovadora para o México”, comemorou o presidente da Boeing Internacional, Marc Allen, destacando que nova iniciativa vai dar suporte ao crescimento da indústria de aviação no longo prazo.
Já o diretor de relações institucionais da Aeromexico, Sergio Allard, lembrou que o país é um dos pioneiros no uso de bioQAV. “O primeiro voo transcontinental abastecido com biocombustível na história da aviação foi realizado na roda Mexico-Madri”, disse acrescentando que hoje o produto já é regularmente utilizado em voos entre o México e a Costa Rica. “Estamos prontos para assumir o desafio e quebrar com o mito de que não dá para ser responsável e competitivo ao mesmo tempo”, completa.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com