Depois de experimentarem uma aceleração significativa em seu nível de atividade em julho, as usinas reportaram à ANP uma produção de 326 milhões de litros de biodiesel ao longo do mês de agosto. Esse é um volume 3,4% menor do que no mês anterior e 5,2% a menos que em agosto de 2015.
Depois de experimentarem uma aceleração significativa em seu nível de atividade em julho, as usinas reportaram à ANP uma produção de 326 milhões de litros de biodiesel ao longo do mês de agosto. Esse é um volume 3,4% menor do que no mês anterior e 5,2% a menos que em agosto de 2015.
No acumulado do ano, a produção ultrapassou a marca dos 2,5 bilhões de litros. Isso é 88,3 milhões de litros – 3,4% – a menos do que o produzido no mesmo período de 2015. Apesar de ruim, esse ainda é um resultado mais suave do que o registrado para o óleo diesel cuja demanda registrou queda de 4,7% até agosto.
Balanço negativo
Mas, enquanto a demanda do diesel parece ter engrenado em agosto com vendas próximas 4,9 bilhões de litros o que representou um crescimento de 4,1% no volume mensal comercializado – esse foi o terceiro mês de resultados positivos – e reduzido um pouco a desvantagem em relação ao ano passado, a de biodiesel foi na direção oposta.
Também tivemos uma inversão no balanço de oferta e demanda. Considerando o volume de biodiesel produzido e das vendas de óleo diesel, ficaram faltando 16,3 milhões de litros para cobrir completamente a demanda.
Isso jogou o resultado anual novamente para o campo negativo: se no mês passado o saldo era de 6,7 milhões de litros; agora o déficit chega perto dos 9,6 milhões de litros.
Usinas
Em agosto, tivemos 32 usinas de biodiesel ativas. O número é igual ao do mês anterior apesar da composição ter mudado um pouco. A Caibiense que vinha produzindo com regularidade aparece com a produção zerada em agosto, já a Granol de Porto Nacional voltou a produzir biodiesel – 684 m³ – depois de três meses parada.
Além disso, a Amazonbio se manteve ativa pelo segundo mês consecutivo depois de um longo período de inatividade. Em agosto, a usina de Roraima fabricou 276,1 m³ o que representa um salto de mais de 80% sobre o volume de julho.
A usina que mais fabricou biodiesel em agosto foi a ADM de Rondonópolis com quase 28,9 milhões de litros. Com mais 9,4 milhões de litros produzidos a partir de sua usina de Joaçaba (SC), a ADM também levou o ouro na categoria de empresas com 38,3 milhões de litros.
O Rio Grande do Sul foi o estado de maior produção com 98,9 milhões de litros fabricados.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Depois de experimentarem uma aceleração significativa em seu nível de atividade em julho, as usinas reportaram à ANP uma produção de 326 milhões de litros de biodiesel ao longo do mês de agosto. Esse é um volume 3,4% menor do que no mês anterior e 5,2% a menos que em agosto de 2015.
No acumulado do ano, a produção ultrapassou a marca dos 2,5 bilhões de litros. Isso é 88,3 milhões de litros – 3,4% – a menos do que o produzido no mesmo período de 2015. Apesar de ruim, esse ainda é um resultado mais suave do que o registrado para o óleo diesel cuja demanda registrou queda de 4,7% até agosto.
Balanço negativo
Mas, enquanto a demanda do diesel parece ter engrenado em agosto com vendas próximas 4,9 bilhões de litros o que representou um crescimento de 4,1% no volume mensal comercializado – esse foi o terceiro mês de resultados positivos – e reduzido um pouco a desvantagem em relação ao ano passado, a de biodiesel foi na direção oposta.
Também tivemos uma inversão no balanço de oferta e demanda. Considerando o volume de biodiesel produzido e das vendas de óleo diesel, ficaram faltando 16,3 milhões de litros para cobrir completamente a demanda.
Isso jogou o resultado anual novamente para o campo negativo: se no mês passado o saldo era de 6,7 milhões de litros; agora o déficit chega perto dos 9,6 milhões de litros.
Usinas
Em agosto, tivemos 32 usinas de biodiesel ativas. O número é igual ao do mês anterior apesar da composição ter mudado um pouco. A Caibiense que vinha produzindo com regularidade aparece com a produção zerada em agosto, já a Granol de Porto Nacional voltou a produzir biodiesel – 684 m³ – depois de três meses parada.
Além disso, a Amazonbio se manteve ativa pelo segundo mês consecutivo depois de um longo período de inatividade. Em agosto, a usina de Roraima fabricou 276,1 m³ o que representa um salto de mais de 80% sobre o volume de julho.
A usina que mais fabricou biodiesel em agosto foi a ADM de Rondonópolis com quase 28,9 milhões de litros. Com mais 9,4 milhões de litros produzidos a partir de sua usina de Joaçaba (SC), a ADM também levou o ouro na categoria de empresas com 38,3 milhões de litros.
O Rio Grande do Sul foi o estado de maior produção com 98,9 milhões de litros fabricados.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com