As entregas de biodiesel voltaram a se estabilizar e fecharam o período de vigência do 42º Leilão de Biodiesel com uma performance de 95,3% do volume que havia sido vendido pelas usinas durante o certame realizado entre o final de março e o começo de abril – quando foram negociados 671,3 milhões de litros.
As entregas de biodiesel voltaram a se estabilizar e fecharam o período de vigência do 42º Leilão de Biodiesel com uma performance de 95,3% do volume que havia sido vendido pelas usinas durante o certame realizado entre o final de março e o começo de abril – quando foram negociados 671,3 milhões de litros. Na ponta do lápis, entre os meses de maio e junho, 639,8 milhões de litros saíram das usinas com destino às distribuidoras.
Esse é o segundo bom desempenho seguido obtido para as entregas – no 2º bimestre as entregas chegaram a 93% – o que ajudar a apagar de vez a derrapada deste começo de ano quando a indústria teve seu pior resultado em quatro anos.
O bom desempenho final se deve principalmente ao mês de junho quando as entregas chegaram a 96,2% do volume devido pelas usinas. Em maio, resultado havia sido de 94,4%.
No topo
Apenas uma usina conseguiu superar a marca de 100% de entregas: a JBS de Lins que entregou 340 mil litros a mais do que os 26 milhões de litros que havia vendido no L42. Com 99,1% de entregas, a Cesbra ficou às portas.
Já seis usinas – PBio de Quixadá, PBio de Candeias, Bocchi, Biopar, Minerva e Amazonbio – ficaram abaixo do patamar mínimo de 90% de entregas e estão ameaçadas de terem suas participações no L45 suspensas. Juntas, elas deixaram de colocar no mercado 7,7 milhões de litros de biodiesel.
Quatro delas, no entanto, perderam a marca por pouco e o mais provável é que elas consigam justificar o déficit. A situação só parece realmente complicada para Minerva e para Amazonbio que entregaram, respectivamente, 39,3% e 30,3% do biocombustível que venderam.
Veja abaixo o percentual de entrega de cada usina:

Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com
As entregas de biodiesel voltaram a se estabilizar e fecharam o período de vigência do 42º Leilão de Biodiesel com uma performance de 95,3% do volume que havia sido vendido pelas usinas durante o certame realizado entre o final de março e o começo de abril – quando foram negociados 671,3 milhões de litros. Na ponta do lápis, entre os meses de maio e junho, 639,8 milhões de litros saíram das usinas com destino às distribuidoras.
Esse é o segundo bom desempenho seguido obtido para as entregas – no 2º bimestre as entregas chegaram a 93% – o que ajudar a apagar de vez a derrapada deste começo de ano quando a indústria teve seu pior resultado em quatro anos.
O bom desempenho final se deve principalmente ao mês de junho quando as entregas chegaram a 96,2% do volume devido pelas usinas. Em maio, resultado havia sido de 94,4%.
No topo
Apenas uma usina conseguiu superar a marca de 100% de entregas: a JBS de Lins que entregou 340 mil litros a mais do que os 26 milhões de litros que havia vendido no L42. Com 99,1% de entregas, a Cesbra ficou às portas.
Já seis usinas – PBio de Quixadá, PBio de Candeias, Bocchi, Biopar, Minerva e Amazonbio – ficaram abaixo do patamar mínimo de 90% de entregas e estão ameaçadas de terem suas participações no L45 suspensas. Juntas, elas deixaram de colocar no mercado 7,7 milhões de litros de biodiesel.
Quatro delas, no entanto, perderam a marca por pouco e o mais provável é que elas consigam justificar o déficit. A situação só parece realmente complicada para Minerva e para Amazonbio que entregaram, respectivamente, 39,3% e 30,3% do biocombustível que venderam.
Veja abaixo o percentual de entrega de cada usina:

Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com